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Universidade Lusófona

Comunicação e Prática Farmacêutica

Curso

Ciências Farmacêuticas

Grau|Semestres|ECTS

Licenciatura; Mestrado | Trimestral | 6

Ano | Tipo de unidade curricular | Lingua

5 |Obrigatório |Português

Total de horas de Trabalho | Tempo de Contacto (horas)

150 | 15

Código

ULHT477-8501

Disciplinas complementares recomendadas

Não aplicável

Pré-requisitos e co-requisitos

Não aplicável

Precedências

Não

Estágio profissional

Não

Conteúdos Programáticos

O papel do Farmacêutico Comunitário no Sistema de Saúde e as Boas Práticas de Farmácia
Instalações e Equipamento
Responsabilidades do farmacêutico
Formação
Dispensa de Medicamentos e outros produtos de Saúde
-Validade da receita (aspectos legais, formais e conteúdo)
-Interpretação profissional da receita
-Harmonização da receita coma dispensa e informação prestada
-Medicamentos Manipulados
-Sistema informático da farmácia - o acompanhamento de doentes
-Dispensa activa vs dispensa passiva
Uso Racional de Medicamentos
Automedicação Indicação farmacêutica
-Avaliação correcta do problema de saúde específico de cada doente/utente
-Protocolos para o aconselhamento farmacêutico em automedicação
Promoção de Saúde
Determinações de parâmetros bioquímicos e fisiológicos
Serviços de Intervenção Farmacêutica Essenciais e Diferenciados
O Sistema de Gestão da Qualidade da Farmácia

Objetivos

Definição do conceito de Farmacêutico de Sete estrelas (OMS).
Descrição do normativo das Boas Práticas de Farmácia.
Caracterização do quadro legal em vigor para o Sector das Farmácias.
Saber como e quando consultar Centros de Informação de medicamentos.
Aplicar os procedimentos gerais de verificação de validade/autenticidade e de conteúdo da prescrição médica.

Conhecimentos, capacidades e competências a adquirir

Conhecimento do sistema informático da farmácia - acompanhamento de doentes.
Descrição dos aspetos legais e éticos relativos à preparação e dispensa de medicamentos e de Manipulados.
Conhecimentos de Farmacoepidemiologia e Farmacoeconomia e participação em estudos relacionados com estas temáticas.
Participação ativa no Sistema Nacional de Farmacovigilância, notificando Reações Adversas a Medicamentos (RAMs).
Compreender e enunciar os princípios legais para a Automedicação.

Metodologias de ensino e avaliação

Aulas de exposição teórica e de frequência voluntária seguindo o programa definido de acordo com os objetivos da disciplina.

Aulas tutoradas, orientadas por um docente, de frequência obrigatória destinadas a complementarem os conteúdos programáticos ministrados nas aulas de exposição teórica. As aulas práticas serão orientadas para a prática seguimento farmacoterapêutico através da resolução de situações de contexto real, exercícios práticos e trabalhos de grupo.

Avaliação contínua:
5% de assiduidade nas aulas teórico-práticas
20% de exercícios/trabalhos de grupo
15% resolução de casos práticos
30% no 1º teste escrito
30% no 2º teste escrito

Melhoria de nota: Os alunos que pretendam melhoria da nota de classificação final, serão submetidos a exame oral.

Exame global:
Exame final escrito englobando a totalidade dos conteúdos programáticos lecionados nas aulas teóricas e teórico-práticas.

Bibliografia principal

Boas Práticas de Farmácia (2002). Ordem dos Farmacêuticos, Lisboa.
Aguiar, AH. (2013). Boas Práticas de Comunicação na Farmácia, Ed. Hollyfar, Lisboa
Guia Prático iSaúde (2006) - Associação Nacional das Farmácias. (ANF). 1ª edição. Lisboa)
Guia dos Serviços Farmacêuticos (2006). Departamento de Cuidados Farmacêuticos (ANF. Lisboa)
Guia Prático Intervenção na Asma e DPOC (2006). Departamento de Cuidados Farmacêuticos (ANF. Lisboa)
Guia Prático Intervenção na Diabetes (2006). Departamento de Cuidados Farmacêuticos (ANF. Lisboa)
Guia prático Risco Cardiovascular (2008)-2ª edição. Departamento de Cuidados Farmacêuticos (ANF. Lisboa)
Guia Prático Idosos e Medicamentos (2009). Departamento de Cuidados Farmacêuticos (ANF.Lisboa)
Guia Prático Vacinação/ Injectáveis (2009) Departamento de Cuidados Farmacêuticos (ANF.Lisboa)
1ª Conferência Internacional sobre Promoção da Saúde (1998). Carta de Otava, Canadá.