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Universidade Lusófona

Tecnologia Farmacêutica III

Curso

Ciências Farmacêuticas

Grau|Semestres|ECTS

Licenciatura; Mestrado | Trimestral | 5,5

Ano | Tipo de unidade curricular | Lingua

4 |Obrigatório |Português

Total de horas de Trabalho | Tempo de Contacto (horas)

135 | 90

Código

ULHT477-5125

Disciplinas complementares recomendadas

Não aplicável

Pré-requisitos e co-requisitos

Não aplicável

Precedências

Não

Estágio profissional

Não

Conteúdos Programáticos

1- Administração de fármacos por via transdérmica
A via de administração transdérmica
Factores moduladores da biodisponibilidade transdérmica
Vantagens e desvantagens

2- Formas farmacêuticas pastosas
Formulação
Métodos de preparação
Acondicionamento
Controlo de qualidade

3- Sistemas transdérmicos
Tipos de sistemas transdérmicos
Estratégias de formulação e sistema de produção
Controlo de qualidade

4- Formas farmacêuticas rectais
Via de administração rectal
Preparação de supositórios
Controlo de qualidade
Acondicionamento

5- Formas farmacêuticas vaginais
Via de administração vaginal
Excipientes
Preparação
Acondicionamento

6- Reologia
Fluidos newtonianos e não-newtonianos
Efeito das propriedades reológicas na biodisponibilidade

7- Boas Práticas de Fabrico

8- Estabilidade
Factores que afectam a estabilidade
Vias de instabilidade
Oxidação e uso de anti-oxidantes
Métodos de determinação da estabilidade do prazo de validade

Objetivos

Esta UC tem como objectivo concluir uma área de desenvolvimento integrado de conhecimentos iniciada na cadeira de Tecnologia I. Neste contexto, um dos objectivos principais é consolidar as áreas de conhecimento relativas à formulação para as vias de administração transdérmica, rectal e vaginal. Os aspectos mais relevantes da preservação da estabilidade de formulações também são focados. Por último, pretende ainda abordar-se a reologia e viscosidade destas formulações.

Conhecimentos, capacidades e competências a adquirir

Após frequência desta unidade curricular, o aluno deverá ter adquirido nas vertentes teórica e laboratorial competências para:
- compreender a administração por via transdérmica, rectal e vaginal;
- seleccionar a base mais adequada a uma determinada acção terapêutica;
- seleccionar os excipientes e a embalagem mais indicados para cada forma farmacêutica;
- utilizar o método de fabrico mais vantajoso;
- aplicar os métodos de controlo de qualidade mais relevantes para cada forma farmacêutica estudada;
- utilizar os meios de conservação mais adequados a cada medicamento.

Metodologias de ensino e avaliação

Aulas magistrais seguindo o programa definido de acordo com os objectivos da unidade curricular, bem como aulas laboratoriais tutoradas, destinadas a aprofundar alguns dos temas leccionados nas aulas magistrais. Estimula-se a participação dos alunos através de problemas pré-enunciados e sua resolução ou através de material didáctico adequado.
Avaliação contínua:
- Duas frequências (45%), avaliação de trabalhos em grupo (20%), relatórios (15), testes (15%) e assiduidade (5%).
Avaliação por exame:
- As provas em regime de exame envolvem a globalidade da matéria ministrada na unidade curricular, havendo uma prova escrita para a componente magistral e outra para a componente tutoreada.
Melhorias:
- Prova de avaliação oral, englobando a totalidade dos conteúdos programáticos, leccionados quer nas aulas teóricas quer nas aulas laboratoriais.
A plataforma Moodle será o modo oficial de comunicação com os alunos e de disponibilização de material didático.

Bibliografia principal

1.Aulton, M. E., (2013). Pharmaceutics - The Science of Dosage Forms Design, 4th Ed., Edinburgh, Churchill Livingstone
2.Lachman, L. Lieberman, H.A., Kanig, J.L.. (2001). Teoria e Pratica na Indústria Farmacêutica, vol. II, Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian
3.Prista, L. N., Alves, A.C., Morgado, R.,(2006). Tecnologia Farmacêutica, vol. II, 4ª Edição, Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian
4.Prista, L. N. Alves, A.C., Morgado, R., (2008). Tecnologia Farmacêutica, vol. III, 4ª Edição, Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian
5.Portugal, Instituto Nacional da farmácia e do Medicamento (2010). Farmacopeia Portuguesa 9.8, Lisboa, Vols. 1 e 2 e Suplementos 1, 2, 3
6.Hillert, A.M. et al., (2001) Drug delivery and targeting for pharmacists and pharmaceutical scientists, London, Taylor & Francis