Contacto WhatsApp 963640100

Universidade Lusófona

Competências Comunicativas, Inclusão e Qualidade de Vida

Curso

Comunicação Alternativa e Tecnologias de Apoio

Grau|Semestres|ECTS

Mestrado | Semestral | 6

Ano | Tipo de unidade curricular | Lingua

1 |Obrigatório |Português

Total de horas de Trabalho | Tempo de Contacto (horas)

150 | 30

Código

ULHT369-7965

Disciplinas complementares recomendadas

Não aplicável

Pré-requisitos e co-requisitos

Não aplicável

Precedências

Não

Estágio profissional

Não

Conteúdos Programáticos

1.Aspectos biológicos e psico-sociais do desenvolvimento das competências comunicativas
-Os sistema de comportamento exploratório e de vinculação
-Comunicação precoce e desenvolvimento de competências
2.A organização da comunicação precoce
-A interacção social e a comunicação não-verbal
-Contingência e reciprocidade interactiva
3.Reciprocidade interactiva, desenvolvimento e actividade simbólica
-O desenvolvimento da actividade simbólica nas crianças em risco estabelecido, biológico e envolvimental
-Implicações na adequação e utilização de sistemas alternativos de comunicação
4.Ruptura do processo interactivo
-Determinantes da criança em risco estabelecido, biológico e envolvimental
-Determinantes do processo interactivo
-Determinantes do envolvimento físico e social
-¿Generalized expectancy model¿
5.Perspectiva curricular funcional, direitos e qualidade de vida
6.Inclusão,autonomia, equidade e acesso
7.Implicações práticas.Metodologias e formas de intervenção
8.Investigação

Objetivos

Desenvolver uma compreensão aprofundada da importância das experiências precoces no desenvolvimento das competências comunicativas.

Conhecer a forma como se desenvolvem as competências comunicativas e a actividade simbólica nas populações em risco.

Desenvolver competências técnico-pedagógicas que possibilitem uma intervenção educativa com os alunos em risco e suas famílias, que respondam às necessidades específicas de comunicação com que estas populações se confrontam.

Conhecimentos, capacidades e competências a adquirir

Proporcionar o acesso a um leque diversificado de investigações sobre interacção comunicativa em grupos especiais que necessitem de recorrer a ajudas técnicas e sistemas alternativos de comunicação.

Promover uma atitude construtiva, reflexiva e investigativa, no domínio da adequação dos sistemas aumentativos e alternativos de comunicação à diversidade das competências neuro-motoras, cognitivas e afectivas, numa óptica de inclusão, equidade e acesso às condições que a comunidade prevê para o conjunto dos seus membros.

Metodologias de ensino e avaliação

A cadeira organiza-se a partir da articulação entre aulas teóricas e teórico-práticas.
As aulas teóricas funcionam de forma essencialmente expositiva, com o suporte audiovisual considerado adequado, proporcionando elementos de reflexão, crítica e aprofundamento teórico.
As aulas teórico-práticas serão dinamizadas a partir das unidades didácticas trabalhadas nas aulas teóricas, recorrendo-se a metodologias mais activas, nomeadamente, grupos de discussão e debate, reflexão e aprofundamento de textos e ¿documentos reais¿, pesquisas conjuntas, análise e descodificação de registos em vídeo, estudo de casos.
O processo avaliativo será organizado na base dos seguintes parâmetros:
Participação nas aulas
Apresentação oral, em grupo, das pesquisas desenvolvidas
Trabalho escrito individual e sua apresentação e discussão oral

Bibliografia principal

HANDS, C. (2010). Why collaborate? The differing reasons for secondary school educator ´establishment of school-community partnership. School Effectiveness and School Improvement. Routledge, 21:2, 189-207.
LEITÃO, F. (2010). Valores Educativos, Cooperação e Inclusão. Luso-Espanõla de Ediciones, Salamanca.
MEISELS, S. & SHONKOFF, J. (2000). Handbook of early childhood intervention. Cambridge University Press, Cambridge.
KATZ, S.; EARL, L. (2010). Learning about networked learning communities. School Effectiveness and School Improvement, Routledge, 21:1, 27-51.
RODRIGUES, D. (2011). Educação Inclusiva, dos conceitos às práticas de formação. Instituto Piaget, Lisboa.
SERRANO, A. (2007). Redes sociais de apoio e sua relevância para a intervenção precoce. Porto Editora, Porto.
TEGETHOF, I. (2007). Estudos sobre a Intervenção Precoce em Portugal: Ideias dos especialistas, dos profissionais e das famílias. Dissertação de Doutoramento apresentada na F.P.C.E. da Universidade do Porto.