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Universidade Lusófona

Metodologias e Técnicas da Comunicação Alternativa

Curso

Comunicação Alternativa e Tecnologias de Apoio

Grau|Semestres|ECTS

Mestrado | Semestral | 6

Ano | Tipo de unidade curricular | Lingua

1 |Obrigatório |Português

Total de horas de Trabalho | Tempo de Contacto (horas)

150 | 30

Código

ULHT369-7959

Disciplinas complementares recomendadas

Não aplicável

Pré-requisitos e co-requisitos

Não aplicável

Precedências

Não

Estágio profissional

Não

Conteúdos Programáticos

1. A pessoa com deficiência visual
1.1 Patologias da visão mais comuns
1.2 Interagir com uma pessoa com défice visual
1.3 Formatos alternativos: braille, áudio, imagens tácteis, texto ampliado.
1.4 Produção áudio com voz humana ou sintética; o sistema DAISY.
1.5 O sistema Braille: teoria e prática.
1.6 Percepção táctil e produção de imagens em relevo.
1.7 Tecnologias de apoio.

2. A pessoa surda e surdocega
2.1 Problemas auditivos mais comuns
2.2 A língua gestual ¿ teoria e prática
2.3 Caracterização da surdocegueira
2.4 Método de com. van Dijk
2.5 Método de com. LORM
2.6 Método de com. TADOMA
2.7 Método de com. MALOSSI
2.8 Escrita em caracteres na palma da mão
2.9 Escrita de braille na mão
2.10 Dactilologia

3. A pessoa com problemas da fala
3.1 O universo das pessoas com problemas de linguagem e comunicação
3.2 Sistemas de comunicação alternativa e aumentativa:
3.2.1. Sistema Bliss
3.2.2. Sistema PIC
3.2.3 Sistema SPC
3.3.4 Sistema Rebus
3.3 Tecnologias de apoio para a comunicação

Objetivos

No desenvolvimento da comunicação com pessoas com deficiência sensorial deverá dar-se prioridade ao desenvolvimento de uma linguagem ou a utensílios de comunicação que proporcionem um correcto desenvolvimento das capacidades comunicativas e intelectuais. A prática de língua gestual e de escrita e leitura Braille, para um bom desenvolvimento da proficiência comunicativa exige prática assídua.

Conhecimentos, capacidades e competências a adquirir

A cadeira de MTCA visa dotar os mestrandos dos conhecimentos essenciais relativos aos sistemas de comunicação associados aos diversos tipos de deficiência. Em particular, pretende-se que o aluno adquira sensibilidade para utilizar os métodos e técnicas comunicacionais no planeamento de programas de reabilitação, educação ou socialização centrados nas características únicas de cada indivíduo.

Metodologias de ensino e avaliação

- aulas teórico-práticas, com exposição dos conteúdos e ilustração com casos da vida real.
- exercícios práticos realizados pelos alunos em sala de aula e em casa.
- três trabalhos escritos, um por cada módulo da UC.
- apresentação oral de um dos trabalhos escritos, em sala de aula.

Bibliografia principal

DIRECÇÃO-GERAL DE INOVAÇÃO E DESENVOLVIMENTO CURRICULAR (2008). Alunos Cegos e com Baixa visão: orientações curriculares. DGIDC, Lisboa.
DIRECÇÃO-GERAL DE INOVAÇÃO E DESENVOLVIMENTO CURRICULAR (2008). Alunos com multideficiência e surdocegueira congénita. DGIDC, Lisboa.
DIRECÇÃO-GERAL DE INOVAÇÃO E DESENVOLVIMENTO CURRICULAR (2008). Unidades de Ensino Estruturado para Alunos com Perturbações do Espectro do Autismo. DGIDC, Lisboa.
EARDLEY, A. F. e PRING, L. (2007). Spatial processing, mental imagery and creativity in individuals with and without sight. European Journal of Cognitive Psychology, 19, 37-58.
FERRELL, KAY ALICYN (2011). What do we know, and how do we know it?, In: ICEVI ¿ The Educator, Volume XXIII, Issue 2. ICEVI, Estocolmo.
FONSECA, Vítor da (2011). Linguagem e Comunicação: filogénese, sociogénese e ontogénese, In: GUERREIRO, A. D. Org. Comunicar e Interagir Lisboa: Edições Univ. Lusófonas, 2011. P. 101.
GUERREIRO, A. Para uma nova comunicação dos sentidos. Lisboa: SNR, 20