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Universidade Lusófona

Gestão e Empreendedorismo nas Artes

Curso

Artes Performativas e Tecnologias

Grau|Semestres|ECTS

Licenciatura | Semestral | 6

Ano | Tipo de unidade curricular | Lingua

3 |Obrigatório |Português

Total de horas de Trabalho | Tempo de Contacto (horas)

150 | 60

Código

ULHT1639-14397

Disciplinas complementares recomendadas

Não aplicável

Pré-requisitos e co-requisitos

Não aplicável

Precedências

Não

Estágio profissional

Não

Conteúdos Programáticos

1. As politicas culturais em Portugal e UE
2. O contexto global das artes: produção, difusão, reconhecimento
3. A especificidade do sector artístico
4. Os principais mercados de trabalho
5. Os financiamentos públicos e privados: UE e Portugal
6. A elaboração do dossiê de projecto
7. A legislação aplicável: principais aspectos jurídicos
8. As principais redes e circuitos de programação e difusão
9. As parcerias financeiras
10. As parcerias criativas
11. Marketing e comunicação
12. A mobilidade e a internacionalização
13. A gestão de carreiras
14. Arte, indústrias criativas, indústrias culturais
15. O artista empreendedor
16. O artista produtor
17. A organização administrativa e financeira da empresa
18. A programação

Objetivos

É objectivo da disciplina dotar os estudantes de conhecimentos e competências que lhes permitam uma autonomia no que respeita aos aspectos relacionados com a gestão nos diversos contextos artísticos. Considerando a cada vez maior abrangência do território das artes, uma abordagem a alguns sectores que não pertencem exclusivamente ao contexto do trabalho do artista revela-se essencial para a definição de um posicionamento no qual o artista|produtor surge dotado de capacidades para, por um lado, entender o universo em que o seu trabalho se situa e, por outro, dominar alguma da linguagem técnica inerente a um terreno que, muitas das vezes, não se assume como central no contexto seu trabalho.

Conhecimentos, capacidades e competências a adquirir

Numa sociedade cada vez mais competitiva o artista nela inserido deve estar apto a conhecer todos os mecanismos que possibilitam o reconhecimento da sua obra. Assim, desde o marketing, à elaboração de um dossiê de projecto, é fundamental que o artista tenha consciência destes campos específicos pois, só desta maneira poderá projectar-se num mercado concorrencial. Os aspectos legais e administrativos, bem como o domínio das questões relativas ao financiamento, internacionalização e difusão das suas obras assumem, cada vez mais, uma importância decisiva no contexto artístico|profissional. Por outro lado, a globalização da arte, implica, também, um conhecimento de contextos de produção mais abrangentes que obrigam a um novo posicionamento do artista, tendo em conta a perspectiva de uma maior disseminação da sua obra. O trabalho colaborativo e em parceria afirma-se, também, como uma característica da contemporaneidade, com a qual o artista se deve relacionar nos seus múltiplos aspectos.

Metodologias de ensino e avaliação

Dar-se-á, no contexto da UC, grande importância ao projecto (elaboração de um dossiê de projecto) que será acompanhado pelo docente e que terá um peso significativo na avaliação.
Avaliação: Assiduidade 15% + Prova escrita de frequência 30% + Trabalho prático (dossiê de projecto) 55%

Bibliografia principal

AAVV. Ser artista em Portugal. Lisboa: Centro Nacional de Cultura, 2000.

AAVV. La creátion face aux systémes de diffusion. Paris: La Documentation Française

AAVV. As politicas culturais em Portugal. Lisboa: Obs. Das Actividades Culturais

AAVV. O estado das artes e as artes do estado. Lisboa: OAC, 2001.

BENHAMOU, Françoise. L ´économie de la culture. Paris: La Decouverte, 2004

HAGOORT, Giep. Art Management: entrepreneur style. Delft ¿ NL: Eburon Publishers, 2003

JEFFRI, Joan. Arts Money. NYC: Neal-Schuman Publishers, 1983.

NAESS, Hans Erik. A new agenda? The European Union and cultural policy. London: Alliance Publishing Trust, 2009.

VARBANOVA, Lidia. Strategic management in the arts. NYC: Routledge, 2013.

WATERS, Irene. Entertainment arts and cultural services. UK: Longman, 1989.