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Universidade Lusófona

Introdução ao Pensamento Contemporâneo

Curso

Ciências da Educação - Educação Social

Grau|Semestres|ECTS

Licenciatura | Semestral | 5

Ano | Tipo de unidade curricular | Lingua

1 |Obrigatório |Português

Total de horas de Trabalho | Tempo de Contacto (horas)

125 | 45

Código

ULHT75-117

Disciplinas complementares recomendadas

Não aplicável

Pré-requisitos e co-requisitos

Não aplicável

Precedências

Não

Estágio profissional

Não

Conteúdos Programáticos

Os paradigmas herdados; (a) O paradigma clássico: as versões do património greco-latinoárabe; (b) O paradigma moderno: racionalismo e ilustração no património europeu ocidental; (c) O paradigma pós-moderno: criticismo e vanguarda do património rebelde; (d) Um paradigma contemporâneo? Aporias e dilemas da complexidade.
Os paradigmas em construção: (a) Modas e modelos: do existencialismo ao niilismo; do criticismo ao relativismo; da liberalização à anarquia; do ressentimento à indiferença; (b) A ruptura epistemológica primordial após as rupturas científicas, sociais e económicas; (c) Autores da ruptura contemporânea: Darwin, Freud, Marx, Nietzsche, Sartre, Heidegger, Arendt (d) Responsabilidade, globalidade e sustentabilidade; paradigmas do Futuro; (e) Aplicação destes paradigmas e as consequências no mundo económico-empresarial.

Objetivos

Esta Unidade Curricular tem como objectivo a promoção de cultura geral (sobretudo humanista e epistemológica) que possibilite uma formação universitária integral, crítica e multiparadigmática do mundo em que vivemos, agimos e trabalhamos.

Conhecimentos, capacidades e competências a adquirir

A disciplina de IPC promove uma abordagem anti-silábica (contrária à visão anti-modernista da igreja católica através do syllabus errorum) de grandes correntes e paradigmas do nosso tempo, retomando conhecimentos prévios dos alunos, questionando-os, projectando-os e redimensionando-os numa cosmovisão integrada.

Metodologias de ensino e avaliação

As aulas teórico-práticas são dadas em modo discursivo e interrogativo, privilegiando o raciocínio e a formação do espírito crítico nos alunos. A exigência da disciplina advém da capacidade argumentativa e sintética dos alunos. A avaliação contínua, além das presenças regulares nas aulas, é realizada em duas provas escritas valendo 10 dos 20 valores, em se privilegia a construção de respostas com sólida informação teórica e com base nos materiais dispensados. É avaliada a capacidade de argumentar e projectar as consequências da História do Pensamento ocidental. A avaliação inclui uma sebenta escrita sobre temas escolhidos do plano de estudos. A sebenta serve para uma avaliação global dos conteúdos programáticos e vale 8 dos 20, mas somente quando defendida na aula e depois de passar pelo filtro anti-plágio. Os restantes 2 valores estão reservados para a assiduidade e participação nas aulas.

Bibliografia principal

Neves, F.S., et al (2007). Introdução ao Pensamento Contemporâneo; Tópicos, Ensaios, Documentos, Edições Universitárias Lusófonas. Lisboa: Edições Lusófonas.
Arendt, H. (1997). A Condição Humana. Rio de Janeiro: Forense Universitária
Blarckburn, S.(2007). Dicionario Oxford de Filosofia. Lisboa: ed. Gradiva
Barthes,, R.(1989). Mitologias do século XX. Lisboa: Ed. 70.
Baudrillart, J. (2003). A Sociedade de Consumo. Lisboa: Ed. 70.
Fukhumna F. (1999). O Fim da História e o Último Homem. Lisboa: Gradiva.
Giddens, A. (1997). As Consequências da Modernidade. Lisboa: Celta.
Heidegger, M. (1984). Carta sobre o Humanismo. Lisboa: Ed.Guimarães.
Kenny, A., (2005). História concisa da civilização ocidental. Oeiras: Ed. Temas e Debates
Morin, E. & PRIGOGINE, I. (2000). A Sociedade em Busca de Valores. Lisboa: Piaget.