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Universidade Lusófona

Antropologia do Espaço I

Curso

Arquitetura

Grau|Semestres|ECTS

Licenciatura; Mestrado | Semestral | 3

Ano | Tipo de unidade curricular | Lingua

3 |Obrigatório |Português

Total de horas de Trabalho | Tempo de Contacto (horas)

84 | 45

Código

ULHT36-12105

Disciplinas complementares recomendadas

Não aplicável

Pré-requisitos e co-requisitos

Não aplicável

Precedências

Não

Estágio profissional

Não

Conteúdos Programáticos

1. A Antropologia como Ciência da Alteridade.
O próximo e o distante: fundamentos da Antropologia.
O ¿Artista como Etnógrafo¿ de Hal Foster e a política cultural da alteridade.
¿A Dimensão Oculta¿ de Edward T. Hall e a proxémia comparada.
2. Do lugar antropológico ao não-lugar.
Territorialidades e regimes de propriedade.
Identidade, Poder e Resistência: dos lugares como identitários, relacionais e históricos e suas construções simbólicas.
Etnoficção: Arquitectura, Antropologia e o Cinema.
A relação contratual com os não-lugares: plataformas logísticas e circulação massificada.
Etnografia urbana na Era Pós-Industrial.
3. A sociedade acelerada.
Aceleracionismo: efeitos sociais, políticos e tectónicos de uma sociedade em velocidade.
A contração do Mundo: introdução à abordagem «dromológica» de Paul Virilio.
Analítica à cultura contemporânea e às novas tecnologias.

Objetivos

Adquirir competências teóricas e saberes etnográficos que permitam a análise e entendimento das problemáticas do Espaço.
Estimular uma reflexão crítica sobre a contemporaneidade.
Promover a discussão científica.
Aplicar os saberes e elementos analíticos da disciplina em projetos de investigação.

Conhecimentos, capacidades e competências a adquirir

Compreender as especificidades de uma investigação ancorada aos fundamentos da Antropologia do Espaço.
Entender os modos de funcionamento das cidades modernas, dos seus agentes e dos espaços que frequentam ou habitam.
Operar com novos conceitos e métodos de trabalho.
Ser capaz de proceder a uma analítica da contemporaneidade.

Metodologias de ensino e avaliação

As aulas são presenciais e a sua frequência é obrigatória. A avaliação será feita com base na assiduidade, participação e empenho em debates promovidos no âmbito da disciplina, exercício prático e recensão crítica escrita que o fundamente, e realização de uma prova final escrita. O exercício prático e a recensão critica devem também ser apresentados oralmente, em aula. A prova final é objeto de enunciado próprio e antecipadamente calendarizada.
Para além de comprovar competências adquiridas, na prova final o discente será também avaliado pela sua capacidade de formular juízos fundamentados.
Elementos de avaliação e seu peso na média final:
Assiduidade e participação nas discussões ______ 10%
Exercício prático e recensão crítica ____________ 30 %
Prova final (escrita)_________________________ 60 %

Bibliografia principal

? Augé, M. (2007 ?1992?). Não-Lugares. Lisboa: 90º.
AE/334 ¿ BC
? Hall, E.(1986 ?1966?). A Dimensão Oculta. Lisboa: Relógio d¿Água.
S/41 ¿ ER
? Virilio, P. (1993 ?1990?) A Inércia Polar. Lisboa: Dom Quixote.
(encomendado)

Bibliografia complementar:
? Benjamin, W. (1992 ?1934?). O Autor como Produtor. in Sobre Arte, Técnica, Linguagem e Política. Lisboa: Relógio d¿Água. CO/205-BC
? Burroughs, W. (2010 ?1970?). A Revolução Electrónica. Lisboa: Vega. LE/180 ¿ BC
? Cairns, G. (2013). The Architecture of the screen. Bristol, Chicago: Intelect. AV/852 ¿ BC
? Foucault, M. (1995 ?1975?). Surveiller et Punir. Paris: Vintage Books. DP/5 ¿ BC
? Foster, H. (2011). The Art-Architecture complex. London: Verso. AQ/491 ¿ BC
? Kittler, F. ?1986? 1999. Gramophone, Film, Typewriter. Stanford University Press. AV/338 ¿ BC
? Peterson, M. (2010). Sound, Space and the City. Pennsylvania: Penn. AE/353 ¿ BC
? Sloterdijk, P. (1996). No mesmo Barco. Lisboa: Vega. CP/45 ¿ BC