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Universidade Lusófona

Arquitetos portugueses escolhidos para "revolucionar" 20 cidades chinesas

Alunos de Arquitectura da ULHT ganharam prémo na China

Com flores e cortiça, uma equipa de arquitetos portugueses venceu um importante prémio atribuído pela União Internacional de Arquitetos e pela UNESCO e agora vai participar na revolução urbanística de 20 cidades chinesas.



A distinção, à qual se candidataram mais de mil arquitetos de 40 países, foi -lhes atribuída na categoria projeto comercial/ cultural. Joana Moreira , Rui Jurze e Jorge Francisco projetaram um Hotel e usaram flores e cortiça.

Um dos objetivos do prémio era pensar o desenvolvimento sustentável de 20 cidades chinesas.

A jornalista Maria Augusta Casaca conversou com os premiados na viagem a caminho de Pequim

Os arquitectos Joana Moreira, Rui e Diogo Jurze, e Jorge Francisco, do gabinete Hamares- arquitetura Lusitana, partiram para o desafio.

Conceberam um hotel, o Floral Hotel, unindo as duas culturas, a chinesa e portuguesa.

"Utilizámos motivos chineses e a nossa cortiça" salienta Rui Jurze, um dos arquitetos que se deslocou a Pequim para receber a distinção.

Rui Jurze salienta que aproveitaram a ocasião para dar amostras de cortiça ao fez sucesso junto do júri , Os arquitetos portugueses foram convidados a participar no futuro desenvolvimento arquitetónico da China, um país que tem visto a sua população crescer. "É um projeto no qual estão muito felizes em participar", afirma.

Amanhã,os portugueses, ex- alunos da Universidade Lusófona, farão parte de um painel de oradores numa conferência que se realizará em Pequim e onde estarão presentes nomes mundiais da arquitetura sustentável.

José Soalheiro, outro arquiteto português, obteve também uma menção honrosa com um projecto na área residencial.

Os prémios foram entregues no Palácio do Povo em plena Praça Tiananmen.

Maria Augusta Casaca

Fonte: TSF Rádio