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Universidade Lusófona

Socioeconomia Política do Espaço Lusófono

Apresentação

A Socioeconomia Política como Área de Investigação e de Ensino. A Mudança da Economia do Crescimento pós-II Guerra Mundial para os Estudos do Desenvolvimento a partir da Década de 60. Teorias, Políticas e Estratégias de Desenvolvimento. A Realidade Mundial depois da II Guerra Mundial. O Mundo Bipolar, a Guerra Fria e a Coexistência Pacífica. A Política Descolonizadora da ONU. A Implosão do Bloco de Leste e o Unilateralismo Norte-Americano. A Nova Ordem Mundial: Multilateralismo de Espaços, de Civilizações ou de Países?. A Globalização e as Interdependências. O Encerramento do Império Colonial Português. A Administração do Império: a Centralização como Regra. Adriano Moreira e o Grau Zero da Lusofonia. O 25 de Abril e o Processo Dito Descolonizador. O Pós-Colonialismo em Português. As Integrações Regionais dos Países Lusófonos. O Reassumir da Condição Lusófona. A Diversidade e o Projeto Lusófono. As Realidades Políticas dos Países Lusófonos.

Disciplina do Curso

Ciência Política e Relações Internacionais

Grau|Semestres|ECTS

| Semestral | 5

Ano | Tipo de unidade curricular | Lingua

3 |Obrigatório |Português

Código

ULHT11-234

Disciplinas complementares recomendadas

Não aplicável.

Pré-requisitos e co-requisitos

Não aplicável

Estágio profissional

Não

Conteúdos Programáticos

Descrição dos conteúdos

  1. A Socioeconomia Política como Área de Investigação e de Ensino.
  2. A Mudança da Economia do Crescimento pós-II Guerra Mundial para os Estudos do Desenvolvimento a partir da Década de 60.
    1. Teorias, Políticas e Estratégias de Desenvolvimento.
    2. A Realidade Mundial depois da II Guerra Mundial.
    3. O Mundo Bipolar, a Guerra Fria e a Coexistência Pacífica.
    4. A Política Descolonizadora da ONU.
    5. A Implosão do Bloco de Leste e o Unilateralismo Norte-Americano.
    6. A Nova Ordem Mundial: Multilateralismo de Espaços, de Civilizações ou de Países?.
    7. A Globalização e as Interdependências.
    8. O Encerramento do Império Colonial Português.
    9. A Administração do Império: a Centralização como Regra. Adriano Moreira e o Grau Zero da Lusofonia.
    10. O 25 de Abril e o Processo Dito Descolonizador.
    11. O Pós-Colonialismo em Português.
    12. As Integrações Regionais dos Países Lusófonos.
    13. O Reassumir da Condição Lusófona.
    14. A Diversidade e o Projeto Lusófono.
    15. As Realidades Políticas dos Países Lusófonos.

Objetivos

Revisitar a forma portuguesa de estar no Mundo. ¿ Relacionar o aparecimento da Lusofonia com o encerramento do ciclo colonial. ¿ Conhecer as realidades lusófonas nas vertentes ou dimensões social, política e económica. ¿ Prospetivar o papel da Lusofonia na construção do paradigma da Nova Ordem Mundial. ¿ Compreender a relação entre a conjuntura mundial saída da II Guerra Mundial e o disfuncionamento do Euromundo. ¿Relacionar o Mundo bipolar com os conflitos regionais, o processo descolonizador e o Movimento dos Não-Alinhados. ¿ Perceber a recuperação da Europa Ocidental em função do apoio americano, mas também, da vontade própria e visões assertivas de pequenos passos. ¿ Conhecer a regra e as exceções da administração colonial portuguesa. ¿ Relacionar o 25 Abril de 74 e a administração colonial com a forma como decorreu a denominada descolonização. ¿ Ligar as opções ideológicas tomadas pelos novos países lusófonos com a política de blocos e a guerra fria.

Metodologias de ensino e avaliação

Por se tratar de uma unidade teórica, a metodologia combina a técnica da exposição com a leitura interpretativa de corpus teóricos seguida de debate semi-dirigido e de uma sistematização que, neste caso, coincide com a parte quase final da aula e funciona como uma espécie de peroração, mas feita coletivamente. A colocação do advérbio «quase» justifica-se porque a parte final da aula, mais exatamente a meia hora final, destina-se a uma breve apresentação oral por parte dos alunos de um aspeto da temática em estudo. A avaliação contínua requer uma assiduidade a três quartos das aulas, participação nos debates, apresentação oral de um trabalho individual ou de pequeno grupo sobre uma temática do programa e realização de um teste escrito presencial. Valor da ponderação de cada um destes elementos: 10% - Assiduidade e Pontualidade 25% - Participação nos debates sobre corpus teóricos 25% - Apresentação oral de um trabalho 40% - Teste-síntese.

Bibliografia principal

Araújo, R. C. (2000). Os sistemas de governo de transição democrática nos Palop. Coimbra: Coimbra Editora.

Aron, R. (1984). Paix et guerre entre les nations. Paris: Calmann-Lévy.

Bayart, J.F. (1966). Civil society in Africa. In P. Chabal (org.), Political domination in Africa: reflections on the limits of power (pp.109-125). Cambridge: Cambridge University Press.

Cardoso, R. (1987). Estado e desenvolvimento em África. Economia e Socialismo, X (71), 45-69.

Comeliau, C. & Sachs, I. (Dir.) (1988). Histoire, culture, styles de développement: Brésil et Inde. Paris: L¿ Harmattan.

Easton, D, (1965). A systems analysis of political life. New York: John Wiley and Sons.

Elizalde, A. (2005). Globalización mundialización. Santiago de Chile: Ediciones UCSH.

Ferreira, E. (1994). Relações entre Portugal e África de língua portuguesa: comércio, investimento e dívida (1973-1994). In Análise social, vol. xxix (129), 1071-1121.

Horário de Atendimento

Nome do docente  

Horário de atendimento

Sala

José Carlos Ribeiro de Calazans Duarte

Semanal, às Quartas-feiras, 16:30

A designar - Serviços

 

 

 

 

 

 

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