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Criar Saberes
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Criar Saberes (Porto)

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Calendário

  • janeiro a maio – Quartas e Quintas-feiras

Horário

2 sessões diárias

  • 1.ª Sessão - 09h30 às 11h30
  • 2.ª Sessão - 11h30 às 13h30

Atividades

  • Explorando a Fotossíntese: Uma Abordagem Experimental com Discos Foliares
    Responsável: Kalina Samardjieva

    Contexto e Enquadramento
    Esta atividade centra-se na observação direta da produção de oxigénio por tecidos vegetais, permitindo explorar experimentalmente os fatores que influenciam a taxa de fotossíntese. Por meio da manipulação da intensidade luminosa e da disponibilidade de dióxido de carbono, os alunos analisam como variações ambientais afetam a atividade celular, articulando esses resultados com conteúdos estruturantes do 10.º ano. A abordagem reforça a compreensão do papel dos cloroplastos, das reações fotoquímicas e dos fatores limitantes, além de promover competências de planeamento experimental, de interpretação de resultados e de pensamento crítico.

    Objetivos de Aprendizagem

    • Compreender o papel dos cloroplastos e das reações fotoquímicas na fotossíntese.
    • Identificar fatores que influenciam a taxa da fotossíntese.
    • Relacionar alterações ambientais a respostas celulares visíveis.
    • Desenvolver competências em experimentação, recolha e análise de dados.
    • Promover o pensamento crítico na interpretação de resultados experimentais.

    Descrição da Atividade
    Os alunos preparam “submarinos vegetais” com discos de folha, submersos numa solução de bicarbonato. Expostos à luz, os discos flutuam devido à libertação de oxigénio, permitindo observar a taxa de fotossíntese. A turma compara condições experimentais, como a presença ou a ausência de luz, ou diferentes concentrações de CO₂, regista o tempo necessário para a flutuação e analisa a influência de fatores ambientais.

    Disciplina e Nível de Ensino
    Biologia, 10.º Ano

    Conteúdos Abordados

    • Organização e funcionamento da célula.
    • Metabolismo celular.
    • Trocas com o meio.
    • Fotossíntese e fatores que influenciam a sua taxa.
  • Indicadores da Qualidade do Ar Interior: Medição e Impacto
    Responsável: Cândida Manuel

    Contexto e Enquadramento
    Em salas de aula e outros edifícios fechados, onde os alunos passam grande parte do dia, a qualidade do ambiente interior, seja microbiológica, química ou sonora, influencia diretamente o conforto, a saúde e o desempenho cognitivo. Esta atividade permite aos estudantes compreender como diferentes parâmetros ambientais contribuem para a qualidade do ar interior, identificar fontes comuns de poluição e desenvolver consciência crítica sobre boas práticas que promovam o bem-estar nos espaços que utilizam diariamente.

    Objetivos de Aprendizagem

    • Conhecer os principais parâmetros que determinam a qualidade do ambiente interior.
    • Identificar riscos associados a contaminantes químicos, microbiológicos e sonoros.
    • Medir e interpretar indicadores ambientais em espaços fechados.
    • Relacionar os dados recolhidos com os impactos na saúde humana e no bem-estar.
    • Promover boas práticas de prevenção e de melhoria da qualidade ambiental.

    Descrição da Atividade
    A atividade inicia-se com uma apresentação sobre riscos e parâmetros essenciais na avaliação do ambiente interior. Segue-se um trabalho prático em que os estudantes medem partículas inaláveis (PM), temperatura, humidade relativa, concentração de CO₂ e níveis sonoros com sonómetros digitais. Interpretam também os resultados da amostragem microbiológica. A sessão termina com uma discussão coletiva sobre estratégias para melhorar a qualidade do ar e minimizar riscos em salas de aula e outros espaços interiores.

    Disciplina e Nível de Ensino
    Biologia, 11.º e 12.º Ano

    Conteúdos Abordados

    • Impacto humano nos ecosistemas
    • Desenvolvimento sustentável
    • Qualidade do ambiente interior e saúde humana
  • Lançamento de Projéteis e de Foguetões
    Responsável: Cândida Manuel

    Contexto e Enquadramento Os lançamentos horizontais e oblíquos constituem temas essenciais da mecânica no ensino secundário e são fundamentais para compreender o movimento de projéteis no mundo real, desde bolas no desporto até ao princípio de funcionamento de foguetes e aviões. Esta atividade permite aos alunos aplicar conceitos teóricos em situações práticas, explorar as forças envolvidas no voo e relacionar previsões matemáticas com resultados experimentais. Contribui ainda para o desenvolvimento do pensamento crítico e do interesse pela física e pela engenharia.

    Objetivos de Aprendizagem

    • Compreender o movimento de projéteis e os fatores que influenciam sua trajetória.
    • Aplicar modelos teóricos para prever alcances, velocidades e tempos de voo.
    • Medir e analisar dados experimentais de lançamentos reais.
    • Explorar os conceitos de aerodinâmica, sustentação e forças em voo.
    • Resolver problemas práticos envolvendo massa, força, ângulo e forma dos projéteis.
    • Desenvolver competências de investigação experimental e de trabalho colaborativo.

    Descrição da Atividade Os alunos realizam lançamentos de projéteis, registando os alcances, os tempos de voo e as trajetórias para comparar com previsões teóricas. Observam demonstrações simples sobre as forças aerodinâmicas e a sustentação no voo. Em seguida, cada grupo constrói um pequeno foguetão sustentável, testa o seu desempenho e analisa como a massa, o ângulo e a forma influenciam a distância percorrida. A atividade integra medições reais, investigação experimental e reflexão sobre os resultados.

    Disciplina e Nível de Ensino Física
    10.o ano

    Conteúdos Abordados

    • Movimento e forças
    • Forças e interações
    • Energia e trabalho
    • Trajetórias e lançamento de projéteis
    • Conceitos básicos de aerodinâmica
  • Campos eletromagnéticos
    Responsável: Cândida Manuel

    Contexto e Enquadramento
    Os campos eletromagnéticos estão presentes no funcionamento de inúmeros dispositivos do quotidiano, desde micro-ondas, computadores e cartões bancários até sistemas de telecomunicações, comboios super-rápidos e processos industriais. Também desempenham um papel central em tecnologias de diagnóstico médico, como os aparelhos de raios X, a ressonância magnética e a densitometria óssea. Compreender os princípios físicos associados aos campos elétricos e magnéticos é essencial para interpretar o impacto tecnológico e social desses campos. Esta atividade de demonstração experimental enquadra-se nos conteúdos de Física do ensino secundário e permite conectar teoria, aplicação tecnológica e observação prática.


    Objetivos de Aprendizagem

    • Compreender o comportamento dos campos elétricos e magnéticos e as suas linhas de fluxo.
    • Analisar a ação dos campos eletromagnéticos sobre partículas carregadas em movimento.
    • Identificar os princípios de indução eletromagnética (Leis de Faraday e de Lenz).
    • Explorar circuitos magnéticos e reconhecer aplicações tecnológicas reais.
    • Relacionar conceitos teóricos a exemplos práticos, como os de Maglev, fornos de indução e transformadores.
    • Desenvolver capacidade de observação, análise experimental e interpretação de fenómenos físicos.


    Descrição da Atividade
    A sessão inicia-se com uma apresentação multimédia que revisita os fundamentos dos campos elétricos e magnéticos, da indução eletromagnética e das aplicações tecnológicas. Segue-se uma demonstração experimental interativa, na qual os alunos observam a força magnética, as linhas de fluxo, o funcionamento de circuitos magnéticos e as leis da indução de Faraday e Lenz. A atividade permite compreender fenómenos invisíveis por meio de experiências visuais e aplicações do quotidiano.

    Disciplina e Nível de Ensino
    Física, 11.º ano

    Conteúdos Abordados

    • Campos elétricos e magnéticos
    • Força de Lorentz
    • Indução eletromagnética (Leis de Faraday e Lenz)
    • Circuitos magnéticos
    • Aplicações tecnológicas dos campos eletromagnéticos
  • Do Manual ao Laboratório: O Estado Gasoso em Ação
    Responsável: Kalina Samardjieva

    Contexto e Enquadramento
    O estudo do estado gasoso é fundamental para compreender fenómenos químicos e físicos que dependem do comportamento das partículas num gás. Esta atividade permite relacionar diretamente propriedades observáveis, como o volume, a pressão, a temperatura e a reatividade, com os modelos teóricos apresentados no manual, proporcionando uma ponte clara entre teoria e prática. Por meio da produção e da recolha de hidrogénio, dióxido de carbono e oxigénio, os alunos investigam características distintivas destes gases e utilizam dados experimentais para estimar a constante universal dos gases perfeitos. A atividade reforça conteúdos essenciais do 10.º ano e desenvolve competências de experimentação e análise crítica.

    Objetivos de Aprendizagem

    • Produzir e identificar diferentes gases por meio de reações químicas e ensaios específicos.
    • Relacionar o volume, a temperatura, a pressão e a quantidade de substância no contexto do modelo de gás ideal.
    • Utilizar medições experimentais para aproximar numericamente a constante dos gases.
    • Reconhecer as propriedades distintivas do hidrogénio, do dióxido de carbono e do oxigénio.
    • Desenvolver competências em síntese experimental, recolha de dados e análise fundamentada de resultados.

    Descrição da Atividade
    Os alunos produzem hidrogénio por reação ácido–metal, recolhendo-o por deslocamento de ar e identificando-o através do teste do “pop”. Em seguida, geram dióxido de carbono a partir de bicarbonato e ácido, testam a sua ação sobre a chama e medem o volume recolhido recorrendo a um balão para discutir o comportamento de um gás ideal. Por fim, obtêm oxigénio pela decomposição catalítica do peróxido de hidrogénio, recolhendo o gás sobre água e realizando ensaios com fósforo incandescente e vela para evidenciar o seu papel na combustão. Os dados recolhidos permitem responder a questões orientadoras e aproximar-se experimentalmente da constante dos gases perfeitos.

    Disciplina e Nível de Ensino
    Química, 10.º ano

    Conteúdos Abordados

    • Estado gasoso
    • Volume molar e comportamento aproximado de gás ideal
    • Relações entre pressão, temperatura, volume e quantidade de substância
    • Transformações químicas
    • Identificação e propriedades de gases comuns
  • Reatividade Química: Uma Introdução Experimental à Cinética
    Responsável: Kalina Samardjieva

    Contexto e Enquadramento A cinética química, a catálise e as reações de oxirredução são temas fundamentais do currículo de Química do ensino secundário. Esta sessão prática aproxima os estudantes do trabalho laboratorial autêntico, permitindo-lhes explorar fenómenos como a variação da velocidade das reações, alterações observáveis (ex.: mudança de cor), o papel dos catalisadores e a influência das leis dos gases. A atividade promove e reforça competências essenciais: observação, medição, interpretação e explicação de fenómenos químicos.

    Objetivos de Aprendizagem

    • Compreender como a velocidade das reações químicas depende de fatores como a concentração, a energia de ativação e a catálise.
    • Identificar reações de oxirredução e interpretar as mudanças visuais associadas.
    • Distinguir catalisadores homogéneos e heterogéneos.
    • Recolher e analisar dados experimentais para construir gráficos e comparar variáveis.
    • Relacionar a produção de gases às leis fundamentais do estado gasoso.
    • Desenvolver competências em análise crítica, rigor experimental e comunicação científica.

    Descrição da Atividade Os alunos realizam várias experiências que revelam aspetos complementares da reatividade química. Observam mudanças súbitas de cor para estudar a cinética e a oxirredução, comparam catalisadores homogéneos e heterogéneos e medem a produção de oxigénio para analisar como a energia de ativação e as leis dos gases influenciam as reações. Cada experiência inclui a recolha de dados quantitativos, a construção de gráficos e a discussão comparativa dos resultados obtidos.

    Disciplina e Nível de Ensino Química, 11.º ano

    Conteúdos Abordados

    • Cinética química
    • Catalisadores
    • Oxidação-redução
    • Transformações químicas
    • Relação entre energia de ativação, produção de gás e reatividade
  • Workshop “Preparar o Meu Kit 72h”
    Responsável: Kalina Samardjieva

    Contexto e Enquadramento
    A preparação individual e familiar para situações de emergência é um tema central na proteção civil e na educação para a cidadania. Este workshop baseia-se nas orientações da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) e visa capacitar os alunos a identificar riscos, reconhecer necessidades básicas nos primeiros três dias após uma crise e compreender a importância da autoproteção. A atividade promove uma cultura de segurança, responsabilidade social e tomada de decisões fundamentadas diante de eventos extremos.

    Objetivos de Aprendizagem

    • Compreender os princípios da preparação para emergências familiares e comunitárias.
    • Identificar riscos e necessidades essenciais nos primeiros três dias após uma crise.
    • Conhecer as recomendações oficiais da ANEPC para a constituição de um Kit 72 horas.
    • Selecionar, justificar e organizar itens adequados a diferentes cenários de emergência.
    • Desenvolver competências de pensamento crítico, de tomada de decisão e de trabalho colaborativo.
    • Relacionar conhecimentos de Ciências e Tecnologias a situações reais de gestão de risco


    Descrição da Atividade
    Em pequenos grupos, os alunos constroem o próprio Kit 72 horas, escolhendo e justificando itens essenciais de acordo com diferentes cenários de emergência. Comparam as suas escolhas com as recomendações da ANEPC, discutem prioridades como água, alimentação, segurança, saúde e comunicação e refletem sobre adaptações necessárias para diferentes contextos e necessidades. A atividade é participativa, prática e orientada à tomada de decisões informadas.

    Disciplina e Nível de Ensino

    10.º, 11.º e 12.º anos

    Conteúdos Abordados

    • Literacia de risco
    • Preparação individual e familiar para emergências
    • Organização e autonomia em situações de crise
    • Aplicação de conhecimentos científicos e tecnológicos a cenários reais

Incompatibilidades Entre Atividades

Os emparelhamentos de atividades marcados em verde são possíveis;
Os marcados em vermelho são incompatíveis.

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