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Disciplina TPD II - Desportos Colectivos (Basquetebol, Futebol e Voleibol)

  • Apresentação

    Apresentação

    A unidade curricular promove a compreensão dos desportos coletivos, com enfoque no Basquetebol, Futebol e Voleibol, analisando a sua estrutura, lógica interna, regras fundamentais e potencial formativo. Privilegia-se uma abordagem pedagógica centrada no jogo, através de situações reduzidas, condicionadas e modificadas, ajustadas aos objetivos de aprendizagem, ao nível dos praticantes e aos constrangimentos da prática. São abordados os fundamentos técnico-táticos ofensivos e defensivos, os princípios e fases do jogo, bem como a conceção, organização e progressão dos exercícios. Valoriza-se ainda a adaptação regulamentar como recurso facilitador do ensino-aprendizagem e o desenvolvimento da capacidade de observar, interpretar e intervir pedagogicamente, identificando dificuldades e promovendo a melhoria da qualidade do jogo.
  • Conteúdos Programáticos

    Conteúdos Programáticos

    Caracterização dos Desportos Coletivos Estudo da estrutura, lógica interna e dinâmica funcional do Basquetebol, Futebol e Voleibol, considerando o seu potencial formativo e educativo. Abordagem das regras fundamentais como elementos reguladores do jogo e da sua adaptação ao nível dos praticantes e aos objetivos pedagógicos. Análise de princípios, métodos e estratégias de ensino, valorizando o jogo reduzido, condicionado e modificado como contexto privilegiado de aprendizagem. Exploração da progressão do "saber fazer" para o "saber ensinar a fazer". Conceção, organização e condução de exercícios ajustados aos objetivos, à complexidade das tarefas, aos constrangimentos e aos critérios de sucesso. Desenvolvimento dos fundamentos técnico-táticos ofensivos e defensivos, das fases do jogo e das transições, promovendo a observação, a decisão e a intervenção pedagógica qualificada.
  • Objetivos

    Objetivos

    Conduzir processos de ensino-aprendizagem nos Desportos Coletivos, valorizando o jogo como meio privilegiado de promoção da atividade física em contextos formais e não formais. Compreender as relações de interdependência entre as fases fundamentais do jogo, nomeadamente o ataque e a defesa. Executar, com desempenho adequado, os fundamentos técnico-táticos básicos e as principais ações de jogo em situações representativas da modalidade, incluindo jogos reduzidos e formais. Conhecer as regras essenciais das modalidades abordadas, compreendendo a sua adaptação como recurso regulador e facilitador da aprendizagem. Aplicar princípios metodológicos adequados ao ensino dos Desportos Coletivos, selecionando estratégias, exercícios e adaptações ajustadas ao nível e às necessidades dos praticantes.
  • Metodologias de ensino

    Metodologias de ensino

    A metodologia de ensino procura envolver o estudante de forma ativa no seu percurso de aprendizagem, articulando o conhecimento teórico com a prática, a observação do jogo e a intervenção pedagógica. Será privilegiada uma abordagem centrada no jogo, através de jogos reduzidos, condicionados e modificados, situações-problema e ajustamento dos constrangimentos da tarefa, favorecendo a leitura do jogo, a tomada de decisão e a compreensão da relação entre técnica e tática. As aulas integrarão enquadramentos conceptuais breves, prática contextualizada, questionamento orientado, resolução de problemas, trabalho colaborativo, simulação de ensino, observação e reflexão sobre o desempenho. A plataforma Moodle apoiará a disponibilização de materiais, a comunicação, o estudo autónomo e a avaliação formativa, permitindo identificar dificuldades e orientar as sessões de revisão.
  • Bibliografia principal

    Bibliografia principal

    Adelino, J. (2003). As coisas simples do basquetebol. Edições ANTB. Araújo, D. (2005). O contexto da decisão - A ação tática no desporto. Visão & Contextos. Barreto, H. (2001). Ensino do basquetebol no ambiente de jogo. Escola Nacional de Basquetebol. Castelo, J. (2008). Futebol: Organização dinâmica do jogo. Centro de Estudos do Futebol, FEFD, Edições ULHT. Gonçalves, J. (2009). Voleibol - Ensinar jogando. Livros Horizonte. Lima, T. (2000). Saber treinar, aprende-se. Centro de Estudos e Formação Desportiva, IDP. Mesquita, I., Guerra, I., & Araújo, V. (Eds.). (2002). Processo de formação do jovem jogador de voleibol. Centro de Estudos e Formação Desportiva, FCDEF. Mesquita, I. (2014). Proposta metodológica para o ensino do voleibol. In Ensino dos Jogos Desportivos (pp. 157-203). FADEUP. Queiroz, C. (1986). Estrutura e organização dos exercícios de treino em futebol (pp. 69-92). Federação Portuguesa de Futebol.  
  • Avaliação

    Avaliação

    Os estudantes em avaliação contínua serão avaliados nas duas modalidades selecionadas, mediante uma prova escrita e uma avaliação prática em cada modalidade.

    A avaliação prática considerará o desempenho técnico-tático, a capacidade de interpretar e jogar o jogo, a aplicação dos princípios abordados e o desempenho evidenciado nas situações práticas propostas.

    Ao longo do semestre, será realizada uma avaliação formativa intermédia, através do Moodle, para cada modalidade selecionada. Esta avaliação terá uma função diagnóstica e formativa, permitindo identificar dificuldades de aprendizagem e orientar os conteúdos das respetivas sessões de revisão.

    Frequência - Modalidade 1 | 20%
    Avaliação prática - Modalidade 1 | 30%
    Frequência - Modalidade 2 | 20%
    Avaliação prática - Modalidade 2 | 30%

    No regime de avaliação contínua, é obrigatória a presença mínima em 70% das horas de contacto.

    A aprovação à UC exige uma classificação final ponderada igual ou superior a 9,5 valores, bem como nota mínima de 9,5 valores em cada uma das quatro componentes de avaliação.

    Caso a classificação final seja igual ou superior a 9,5 valores, mas uma das componentes tenha nota inferior a 9,5 valores, o estudante poderá realizar uma única prova de recuperação dessa componente.

    As provas de recuperação realizam-se na última semana de aulas.

    A avaliação por exame incidirá sobre as componentes teórica e prática das duas modalidades selecionadas:

    Prova escrita e prova oral - Modalidade 1: 20%
    Prova prática - Modalidade 1: 30%
    Prova escrita e prova oral - Modalidade 2: 20%
    Prova prática - Modalidade 2: 30%

    O estudante deverá obter pelo menos 9,5 valores em cada componente para que possa ser calculada a classificação final ponderada do exame. O acesso à prova oral pressupõe uma classificação mínima de 9,5 valores na prova escrita.

    Os estudantes que tenham reprovado por avaliação contínua poderão realizar exame apenas às componentes nas quais não tenham obtido classificação mínima de 9,5 valores, de acordo com as normas em vigor.

     

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