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Disciplina Relações Internacionais do Espaço Lusófono

  • Apresentação

    Apresentação

    Esta UC visa proporcionar a compreensão e o conhecimento da realidade subjacente ao Espaço Lusófono. Mais especificamente, esta UC pretende analisar as dimensões político-estratégicas, socioculturais e geoeconómicas que os países do Espaço lusófono promovem entre si, bem como com o resto do mundo. Destacar-se-á, para o efeito, o papel do Atlântico e da lusofonia, assim como as dinâmicas decorrentes da globalização, com especial atenção para o crescente interesse que o Atlântico e a CPLP têm suscitado no quadro da Faixa e Rota chinesa.
  • Conteúdos Programáticos

    Conteúdos Programáticos

    1. Identificação e caraterização do Espaço Lusófono 2. As âncoras de afirmação estratégica de Portugal     2.1. Os Triângulos Estratégicos: o impacto no posicionamento internacional de Portugal       2.2. Vetores geopolíticos do 'mar português' face à visão integrada de um mar europeu     2.3. A vertente europeia-continental e a vertente atlântico-global na Política Externa Portuguesa 3. A natureza concetual da Lusofonia       3.1. O mar como elemento densificador do Espaço Lusófono       3.2. A língua, a identidade, a cultura e a dimensão universalista       3.3. A dicotomia CPLP/Lusofonia 4. A ascensão silenciosa do Atlântico       4.1. Geopolítica e Geoestratégia de um espaço em devir       4.2. A segurança do Atlântico: novos desafios 5. O Atlântico na era da globalização     5.1. Atores regionais e extraregionais     5.2. Interesses e oportunidades 6. A Faixa e Rota chinesa     6.1. Portugal: um estudo de caso     6.2. O papel de Macau e dos demais                       
  • Objetivos

    Objetivos

    Esta UC visa incutir nos estudantes o interesse pela compreensão das dinâmicas inerentes às dimensões do Espaço Lusófono, bem como às interações dos países que o integram, não só entre si, como também com a comunidade internacional. Mais especificamente, esta UC pretende: 1- Analisar criticamente os conceitos de Espaço Lusófono e de Lusofonia, realçando o papel do mar, língua, identidade, cultura, bem como a dimensão universalista que lhes subjaz. 2. Descrever a essência simultaneamente europeia e atlântica da política externa portuguesa. 3- Identificar os sinais da ascensão subtil e gradual do Atlântico como espaço geopolítico e geoestratégico distinto na arena internacional, salientando os atores tradicionais e os novos, bem como os respetivos interesses. 4- Demonstrar uma leitura crítica face à necessidade de adoção de uma postura mais pragmática, assertiva e eficaz não só com vista à promoção da lusofonia, bem como no trato com a China no quadro da sua Faixa e Rota.
  • Metodologias de ensino

    Metodologias de ensino

    Trabalho escrito em formato de artigo científico acompanhado de apresentação oral por parte do estudante seguida de debate entre o docente e os colegas. Pretende-se simular o ambiente de defesa de uma dissertação, devendo o estudante fundamentar as suas opções, baliza temporal, metodologia e valor acrescentado do trabalho face à literatura existente.
  • Bibliografia principal

    Bibliografia principal

    Carvalho, S. (2015). "O Mar e a Lusofonia: As Âncoras de Afirmação Estratégica de Portugal no 1º Quartel do Século XXI". Negócios Estrangeiros Edição Digital, N.º 1, Instituto Diplomático. Ministério dos Negócios estrangeiros, 1-26. dos Santos, V. (2004). "Lusofonia e Projecção Estratégica. Portugal e a CPLP". Nação e Defesa. 109, 2ªsérie, 123-151. Duarte, P.; Ilhéu, F. e Leandro, F. (eds) (2019). The New Silk Road and the Portuguese Speaking  Countries in the New World Context. Lisbon: International Institute of Macau. Lima, B. (2016). Portugal e o Atlântico. Lisboa: Fundação Francisco Manuel dos Santos. Meneses, P. (2016). "Dos Triângulos Estratégicos: o impacto no posicionamento internacional de Portugal".  Proelium X (10), 115-128. Reis, B. (2015). A Centralidade do Atlântico: Portugal e o Futuro da Ordem Internacional. Lisboa: Instituto da Defesa Nacional Palmeira, J. (2016). "O mar na geopolítica de Portugal". Imprensa da Universidade de Coimbra, n.º2, 117-125.    
  • Avaliação

    Avaliação

     

    Descrição

    Data limite

    Ponderação

    Teste de avaliação

    Flexibilidade por parte do docente, tendo em conta o calendário da avaliação estipulado pela universidade, bem como eventual solicitação de dia específico pelo delegado(a) de turma

    50%

    Apresentação oral individual

    A acordar com o docente

    25%

    Trabalho escrito individual

    Até ao último dia de aulas do semestre em versão papel e digital

    25%

     

    Adicionalmente poderão ser incluídas informações gerais, como por exemplo, referência ao tipo de acompanhamento a prestar ao estudante na realização dos trabalhos; referências bibliográficas e websites úteis; indicações para a redação de trabalho escrito...

     

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