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Apresentação
Apresentação
A disciplina centra-se na prática do projeto arquitetónico nos domínios da edificação e da reabilitação, promovendo a articulação entre pensamento conceptual e domínio instrumental. Visa desenvolver a capacidade de conceber, interpretar e transformar o espaço arquitetónico com consciência crítica do lugar, da morfologia e dos requisitos programáticos. No âmbito da edificação, explora-se a criação de novas estruturas arquitetónicas, com especial atenção à integração urbana, à coerência formal e à resolução técnica e construtiva. No domínio da reabilitação, fomenta-se a compreensão do construído existente, promovendo abordagens sustentadas de continuidade, transformação e valorização patrimonial. A disciplina estimula a investigação, a experimentação projectual e a exposição fundamentada das propostas, incentivando o desenvolvimento de uma postura crítica, criativa e informada sobre os contextos contemporâneos da prática arquitectónica.
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Disciplina do curso
Disciplina do curso
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Grau | Semestres | ECTS
Grau | Semestres | ECTS
Licenciado; Mestre | Semestral | 15
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Ano | Natureza | Lingua
Ano | Natureza | Lingua
5 | Obrigatório | Português
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Código
Código
ULP286-14483
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Pré-requisitos e co-requisitos
Pré-requisitos e co-requisitos
Não aplicável
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Estágio Profissional
Estágio Profissional
Não
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Conteúdos Programáticos
Conteúdos Programáticos
O programa centra-se no projeto de edifícios em contextos urbanos em transformação, integrando as áreas da edificação e da reabilitação. A intervenção promove a articulação entre escalas, do geral ao particular, e a exploração crítica de problemáticas urbanas e arquitetónicas. A construção da forma e as metodologias de projeto contemporâneo são trabalhadas ao longo do semestre, com apoio de aulas de cultura arquitetónica. Desenvolve-se um projeto de longa duração com dois objetivos: 1) definir uma estratégia de intervenção urbana que investigue o objeto arquitetónico no seu todo; 2) a realização do espaço temático singular e complexo em que se procura a reflexão sobre o programa específico, a formalização arquitetónica e o aprofundamento das partes mais sensíveis do objeto arquitetónico, desde a inserção urbana, passando pela construção morfológico-programática até à sua componente formal e material.
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Objetivos
Objetivos
As competências a desenvolver na área da Edificação e da Reabilitação: Noções de escala, proporção e rigor; Integração e inserção urbana; Ordenação espacial e formal no lugar real; Interpretação dos requisitos programáticos e sua adequação à morfologia proposta; Compreensão das estruturas urbanas envolventes e lógica das transformações propostas: Desenvolvimento das dimensões espacial,formal e construtiva; Comunicação fundamentada das propostas; Capacidade de investigação e síntese crítica; Na Reabilitação, domínio dos conceitos de construção sobre o construído; Leitura crítica das pré-existências e do contexto; Articulação entre memória,função e inovação Objetivos alinham-se com o plano de estudos do MIA: O programa pedagógico é multidisciplinar e centrado na UC de Projeto;o ciclo é integrado,com valores e competências consubstanciados no Projeto;adota-se coordenação horizontal entre UC´s do mesmo ano e vertical das áreas científicas.
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Metodologias de ensino
Metodologias de ensino
Modelo metodológico alinhado com o Processo de Bolonha, focado no desenvolvimento de competências. Metodologia baseada em: Crítica teórica e uso do desenho como método, memória, imagem e projeto; Faseamento da complexidade dos instrumentos do projeto; - Exposições de projetos paradigmáticos; Aulas magistrais relevantes para a temática do projeto; Palestras com convidados; Exposição das propostas; Visitas de estudo a obras. A avaliação será contínua, a assistência requerida, fases intermédias com sessões de avaliação coletivas, privilegiando as capacidades de: Entendimento conceptual entre as aprendizagens transmitidas e proposta arquitetónica; Rigor das preposições; Investigação, método e introdução de conceitos arquitetónicos; Compreensão dos processos de inserção e transformação urbanos; Estruturação e materialização das escalas e morfologias urbanas; Preposição programática e adequação morfológica do objeto arquitetónico.
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Bibliografia principal
Bibliografia principal
Reabilitação A.A.V.V. (2003). À la recherche du temps perdu. Lisboa: Ordem dos Arquitectos A.A.V.V. (1985). Interpretazione del passato/Interpretation of the past (Lotus International, n 46). Milão: Electa Appleton, J. (2011). Reabilitação de edifícios antigos (2ª ed.). Amadora:Orion Ministério da Cultura, I.P.P.A.R. (1996). Cartas e Convenções Internacionais: Informar para proteger, Património Arquitectónico e Arqueológico. Lisboa Freitas, V. P. de. (2012). Manual de apoio ao projecto de reabilitação de edifícios antigos (1ª ed.). Porto: Ordem dos Engenheiros Edificação Grassi, G. (2008). La costruzione logica dell'architettura. Milão: Franco Angeli Greggoti, V. (1972). El territorio de la arquitectura. Barcelona: Gustavo Gili Moneo, R. (2004). Inquietud teórica y estrategia proyectual en la obra de ocho arquitectos contemporáneos. Barcelona: Actar Montaner, J. M. (2002). As formas do século XX. Barcelona: Gustavo Gili
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Avaliação
Avaliação
A avaliação é contínua e centrada no acompanhamento regular do trabalho dos estudantes bom como na aquisição progressiva de competências. Neste modelo, não existe lugar a prova ou exame final nem a exame de recurso, conforme estipulado nas recomendações pedagógicas. Deste modo, os alunos deverão frequentar e assinar a folha de presenças em todas as aulas, não sendo possível a passagem de ano letivo com um número de faltas superior ao definido no regulamento de avaliação. Não serão admitidos à avaliação trabalhos que não tenham sido acompanhados pelos professores. Os exercícios a desenvolver nas aulas teóricas são de carácter obrigatório e considerados complementares do exercício a desenvolver nas aulas práticas. A não realização dos mesmos implica a não progressão para o ano letivo seguinte. Os trabalhos deverão ser entregues de acordo com os elementos e prazos definidos para cada fase, não devendo os docentes aceitar trabalhos fora de prazo ou incompletos.
No que se refere à inscrição e frequência na U.C. de Projecto, sublinha-se que a mesma tem igualmente precedências, não apenas de um semestre para o subsequente, por isso obrigatoriamente o aluno deverá ter o projeto de 1o semestre do mesmo ano realizado.
A avaliação é da responsabilidade do coletivo de docentes, sendo as classificações ponderadas em função das competências efetivamente adquiridas pelos estudantes ao longo do processo.
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Mobilidade
Mobilidade
Não





