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Disciplina Teoria da Arquitetura 3.1

  • Apresentação

    Apresentação

    Teoria da Arquitetura 3.1 situa-se no campo da teoria e da crítica de arquitetura, com incidência no período compreendido entre o início da década de 1960 e o momento contemporâneo. A unidade curricular atua sobre a formação do pensamento crítico do estudante de arquitetura: a capacidade de ler um texto teórico como argumento e de identificar os pressupostos de uma posição. É uma unidade curricular de análise de discursos e de métodos, considera a leitura crítica de fontes primárias, os métodos de análise do território construído, em particular os desenvolvidos para a leitura de uma área urbana real e as formas do discurso crítico para além do texto - a exposição de arquitetura, o filme e o desenho analítico como instrumentos de argumentação.
  • Conteúdos Programáticos

    Conteúdos Programáticos

    Tópico 1 - A crise da cidade funcional e a revisão da ortodoxia moderna. Jane Jacobs (1961) Tópico 2 - O olhar sobre o ordinário: método analítico e suspensão do juízo. Venturi (1966); Venturi, Scott Brown e Izenour (1972) Tópico 3 - Tipo, permanência e a cidade como construção no tempo. Rossi (1966) Tópico 4 - A expansão do campo disciplinar. Hollein (1968); neovanguardas italianas e Constant; Banham (1965, 1969); arquitetura como infraestrutura, serviço e norma. Tópico 5 - Pós-modernismo: linguagem, historiografia e receção. Jencks (1977)  
  • Objetivos

    Objetivos

    Identificar e situar historicamente os principais textos, autores e posições críticas produzidos entre 1961 e 2000. Definir com precisão os conceitos operativos introduzidos por esses textos - diversidade urbana, tipo, facto urbano, permanência, pato e barraca decorada, codificação dupla, ambiente servido - e distinguir os seus âmbitos de aplicação. Ler criticamente uma fonte primária, situando-a no debate a que responde. Traduzir um conceito teórico numa questão operativa aplicável a uma decisão de projeto. Construir e sustentar publicamente um argumento fundamentado, respondendo a objeções e revendo a posição quando a evidência o justifique. Trabalhar em grupo na produção de um resultado partilhado, negociando critérios comuns de método e de representação. Utilizar fontes de forma ética, transparente e verificada, incluindo as geradas por sistemas de IAGen, assumindo a responsabilidade pela exatidão do que é apresentado.
  • Metodologias de ensino

    Metodologias de ensino

    Todas as horas de contacto desta UC são de ensino teórico (T). As metodologias descritas realizam-se em regime expositivo, de discussão orientada e de seminário. Os exercícios decorrem em trabalho autónomo do estudante, no âmbito das horas dedicadas. a) As sessões expositivas encerram com uma síntese que converte o conteúdo numa questão operativa dirigida ao trabalho em curso na UC de Projeto.   b) As visitas de estudo ao longo do semestre são coordenadas transversalmente. c) Nos EG a discussão colocará cada grupo a considerar posições divergentes e a avaliação considerará a qualidade da argumentação e a capacidade de resposta à objeção. d) As visitas constituem sessões expositivas realizadas fora das instalações, com comentário orientado pela docente. e) Literacia crítica de IAGen.   f) Plataforma Moodle para depósito de textos primários, guiões de leitura, enunciados, atlas coletivo e devolução de avaliações - inverted classroom.
  • Bibliografia principal

    Bibliografia principal

    Bristol, K. G. (1991). The Pruitt-Igoe myth. Journal of Architectural Education, 44(3), 163-171. Hollein, H. (1968). Alles ist Architektur. Bau, 23(1/2). Jacobs, J. (1961). The death and life of great American cities. New York: Random House. [Ed. portuguesa: Morte e vida de grandes cidades. São Paulo: Martins Fontes.] Jencks, C. (1977). The language of post-modern architecture. London: Academy Editions. Rossi, A. (1966). L'architettura della città. Padova: Marsilio. [Ed. portuguesa: A arquitectura da cidade. Lisboa: Edições Cosmos.] Venturi, R. (1966). Complexity and contradiction in architecture. New York: The Museum of Modern Art. Venturi, R., Scott Brown, D., & Izenour, S. (1972). Learning from Las Vegas. Cambridge, MA: MIT Press.  
  • Avaliação

    Avaliação

    A avaliação é contínua e distribuída, sem exame final. A aprovação exige classificação final igual ou superior a 10 valores e presença mínima nas sessões de apresentação e nas visitas de estudo, nos termos do regulamento em vigor.

    Descrição

    Tipo

    Ponderação

    F1 - Exercício individual "Jane Jacobs"

    Individual

    5%

    EG1 - Exercício de Grupo "Venturi"

    Grupo

    20%

    F2 - Exercício individual "Learning from..."

    Individual

    10%

    EI1 - Exercício Individual "Venturi"

    Individual

    20%

    F3 - Relatório da Visita 1 

    Individual

    5%

    F4 - Relatório da Visita 2  

    Individual

    5%

    EG2 - Exercício de Grupo "Pós-Modernismo"

    Grupo

    20%

    Caderno de UC

    Individual

    15%

    Total

     

    100%

     

    Critérios transversais de classificação. Rigor na leitura e no uso das fontes, incluindo verificação e correta referenciação; capacidade de construir e sustentar um argumento; qualidade e pertinência do material produzido em trabalho autónomo; e capacidade de responder à objeção em contexto de discussão pública.

    Acompanhamento. Atendimento semanal por marcação. Devolução comentada de todos os elementos de avaliação, com apresentação sumária dos resultados em aula na(s) semana(s) seguinte(s) à entrega.

    Trabalhos escritos. Todos os elementos escritos seguem referenciação usada na U. Lusófona e incluem declaração de utilização de IAGen.

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