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Docente da ULusófona defende Educação para os Direitos Humanos

O Professor Paulo Sargento defende a inclusão da Educação para os Direitos Humanos desde o ensino pré-escolar até ao ensino superior

Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) ODS1 ODS2 ODS3 ODS4 ODS5 ODS6 ODS7 ODS10 ODS11 ODS12 ODS13 ODS15 ODS16 ODS17

05.01.26 - 15h35

Paulo Sargento, docente da Faculdade de Direito da Universidade Lusófona e do Instituto Politécnico da Lusófonia (IPLUSO), e Investigador Associado do Centro de Estudos Avançados em Direito (CEAD), defendeu a necessidade urgente de incluir a Educação para os Direitos Humanos, como conteúdo e atividade vivencial, desde o ensino pré-escolar até ao ensino superior.

No passado dia 10 de Dezembro, no 77.º aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos, na sua qualidade de Presidente da Liga Portuguesa Dos Direitos Humanos - CIVITAS, em associação com o Agrupamento Escolar José Afonso, em Loures, expressou que a Educação para a Cidadania deve ter como conteúdo central as principais expressões institucionais e instrumentos éticos relativos aos Direitos Humanos e apresentou um projeto sobre a avaliação do ensino, conhecimento, práticas e atitudes face a este desígnio em Portugal, com a participação de várias entidades (Universidade Lusófona, IPLUSO; ESEL; CEAD, CEIED; IJP; Universidad de Salamanca; e Liga Portuguesa dos Direitos Humanos - CIVITAS).

Este ano a Liga Portuguesa dos Direitos Humanos distinguiu coma medalha de reconhecimento e mérito a Ex.ma Senhora Doutora Catarina de Albuquerque (a título póstumo, pelo seu trabalho notável em prole do Direito à água, e a Associação Transformers, pelo seu meritíssimo trabalho na promoção da inserção de jovens em risco social.

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