-
Apresentação
Apresentação
Compreender a utilidade da arquitetura e relações entre as formas e os espaços, as implantações no território e as técnicas da construção, permitindo relacionar estes conhecimentos com a perspetiva histórica aplicando-os de forma crítica no Projeto. Partindo da entidade urbana compreender e testar os nexos de coerência desde a escala da cidade à materialização construtiva do edifício num trabalho coeso e consecutivo. Assim, o exercício pressupõe trabalho conjunto e integrado entre Projecto e Construção e no método de trabalho será tão importante a formalização arquitetónica da ideia de projeto, como a sua materialização construtiva. Considerando os conhecimentos adquiridos nas unidades curriculares anteriores essenciais para a aquisição de conhecimentos e competências, entendem-se vinculativas as precedências de Construção, Desenho e Geometria.
-
Disciplina do curso
Disciplina do curso
-
Grau | Semestres | ECTS
Grau | Semestres | ECTS
Licenciado; Mestre | Semestral | 12
-
Ano | Natureza | Lingua
Ano | Natureza | Lingua
2 | Obrigatório | Português
-
Código
Código
ULP286-14448
-
Pré-requisitos e co-requisitos
Pré-requisitos e co-requisitos
Não aplicável
-
Estágio Profissional
Estágio Profissional
Não
-
Conteúdos Programáticos
Conteúdos Programáticos
O programa consiste na realização de um projeto de um pequeno edifício residencial - um equipamento simples, em contexto urbano consolidado. O edifício a projetar exigirá a articulação de várias funções, sem grande complexidade organizativa, mas onde se exige uma reação crítica e questionadora do modo de utilizar os diferentes espaços. A área urbana escolhida obrigará a uma análise baseada na observação e no desenho, para compreender as suas regras compositivas. Nas aulas será feita pelos professores (e colegas) crítica ao projeto, incentivando sempre a investigação de casos de estudos relevantes - seja na sua vertente formal, seja na fundamentação teórica - e o desenvolvimento do desenho em todas as escalas propostas (escala 1/500, 1/200, 1/50 e 1/25).
-
Objetivos
Objetivos
As competências a desenvolver são do domínio da prática do Projeto (valores conceptuais, teóricos e instrumentais): - noções fundamentais de escala, proporção e rigor; - a integração os conhecimentos interdisciplinares na proposta arquitetónica; - investigação e método de desenvolvimento do projeto; - compreensão das estruturas urbanas envolventes e lógica das transformações propostas; - compreensão do programa e compreensão do uso dos espaços do projeto; - entendimento do conceito de linguagens arquitetónicas e sua materialização construtiva; Estes objetivos estão em consonância com o plano de estudos do MIA, onde: - o programa pedagógico é multidisciplinar e centrado na UC de Projeto; - o ciclo de estudos é integrado, com um quadro de valores e competências que se consubstanciam no Projeto; - é adotado um regime de coordenação horizontal entre as UC´s de cada ano letivo e de coordenação vertical das áreas científicas do ciclo de estudos.
-
Metodologias de ensino
Metodologias de ensino
O modelo metodológico da UC está alinhado com o princípio base do Processo de Bolonha, promovendo a transição do ensino centrado na aquisição passiva de conhecimentos para um paradigma focado no desenvolvimento de competências. A metodologia assentará: - na relação directa, pessoal e individualizada professor-aluno, prezando as particularidades de cada um; - no aprofundamento do desenho e outros métodos de compreensão da unidade urbana em estudo; - na exposição das propostas de intervenção e crítica comparada entre os trabalhos dos alunos em paralelo ao desenvolvimento do projeto e sua fundamentação, com participação dos docentes de várias disciplinas que confluem no projecto; - na integração dos conhecimentos interdisciplinares na proposta arquitetónica - apresentação e debate de projetos exemplares na resolução dos problemas em estudo; - aulas teóricas e/ou conferências e/ou aulas abertas a personalidades relevantes convidadas, pertinentes relativamente às problemáticas do projecto;
-
Bibliografia principal
Bibliografia principal
Lynch, K. (2012) A boa forma da cidade. 2ª reimpressão. Edições 70. Quaroni, L. (1980). Proyectar un edificio ocho lecciones de arquitectura. Madrid: Xarait. Rossi, A.(1966) La Arquitectura de la Ciudad. Gustavo Gili: Barcelona. Távora, F. (1982).Da Organização do Espaço, 2ª edição,Porto: Edições do Curso de Arquitectura da Escola Superior de Belas Artes do Porto. Solà-Morales, I. (2009) Territorios. Reimpressão. Barcelona. Gustavo Gili.
-
Avaliação
Avaliação
A avaliação é contínua e centrada no acompanhamento regular do trabalho dos estudantes bom como na aquisição progressiva de competências. Neste modelo, não existe lugar a prova ou exame final nem a exame de recurso, conforme estipulado nas recomendações pedagógicas. Deste modo, os alunos deverão frequentar e assinar a folha de presenças em todas as aulas, não sendo possível a passagem de ano letivo com um número de faltas superior ao definido no regulamento de avaliação. Não serão admitidos à avaliação trabalhos que não tenham sido acompanhados pelos professores. Os exercícios a desenvolver nas aulas teóricas são de carácter obrigatório e considerados complementares do exercício a desenvolver nas aulas práticas. A não realização dos mesmos implica a não progressão para o ano letivo seguinte. Os trabalhos deverão ser entregues de acordo com os elementos e prazos definidos para cada fase, não devendo os docentes aceitar trabalhos fora de prazo ou incompletos.
Considerando que os conhecimentos adquiridos nas unidades curriculares anteriores são essenciais para a aquisição de conhecimentos e competências, entendem-se como vinculativas as precedências de Construção, Desenho e Geometria.
No que se refere à inscrição e frequência na U.C. de Projecto, sublinha-se que a mesma tem igualmente precedências, não apenas de um semestre para o subsequente, como também de um ano para o seguinte. Os alunos só podem inscrever-se na UC que lhe dá precedência se tiverem realizado a primeira, no mesmo ano lectivo.
A avaliação é da responsabilidade do coletivo de docentes, sendo as classificações ponderadas em função das competências efetivamente adquiridas pelos estudantes ao longo do processo.
-
Mobilidade
Mobilidade
Não





