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Disciplina Criminalização e Intervenção Juspsicológica

  • Apresentação

    Apresentação

    Esta uc, arrancando dos cnhecimentos obtidos em Psicologia Jurídica e Forense, pretende que os estudantes apreendam o significado do ato e do processo de criminalização, conheçam as respetivas fases, os atores que nelas pontificam e sejam capazes de traçar a trajetória punitiva. A perspetiva jus psicológica, na lógica de intercontribuiçãoo científica, é a matriz para a leitura e análise dos discursos dos atores de criminalização, compreendendo as mensagens trocadas, a partilha de informação e os efeitos das mesmas na configuração do processo criminalizador
  • Conteúdos Programáticos

    Conteúdos Programáticos

    .Criminalização: conceito e objeto. Ato e processo. Fases do processo. Atores sociais e cenários. Historicidade e geografia da criminalização. A lei: discursos e intradiscursos. Da lei transgredida à lei aplicada. Interações discursivas: interferências recíprocas dos discursos e práticas. Circularidade das mensagens e contributo para a arquitetura criminalizadora. Análise psicocriminal e juspsicológica das interações discursivas. Flutuações do eixo criminalizador. Intervenção juspsicológica e os dispositivos formais de controlo. Reação informal e as possibilidades de intervenção. Programas de intervenção juspsicológica: transversalidade
  • Objetivos

    Objetivos

    A UC erige como objetivos a explicação dos meandros da criminalização, quer no âmbito institucional quer no contexto social, mostrando o sistema de interações que se desenha entre as diversas fases do processo. Outrossim, explicita-se a operacionalização na intervenção juspsicológica no quadro criminal, incluindo os movimentos traçados pelos diversos dispositivos de controlo, quer judiciais e prisionais, quer de saúde mental e educação. Pretende-se que os alunos dominem o circuito criminalizador desde a preparação da lei até à execução da medida e reinserção.
  • Metodologias de ensino

    Metodologias de ensino

      Esta uc é estrutural na formação dos estudantes, pelo que se recorrerá à utilização de literatura para acompnhamento das matérias e à apresentação de módulos esquemáticos que assegurem a ilustração dos temas a tratar. Avaliação: Assiduidade e participação nas aulas, incluindo nos eventos científicos indicados pelos docentes, até um máximo de 4, prevendo-se a realização de uma pergunta de avaliação alusiva a um dos mesmos - 40% Frequência - 60%            
  • Bibliografia principal

    Bibliografia principal

      Clemente, M. (Coord.), (1998). Fundamentos de la Psicología Jurídica. Madrid: Ediciones Pirámide. Digneffe, F. (Coord.) (1990). Acteur sociale et délinquance. Bruxelles: Pierre Mardaga. Goffman, E. (1990). Manicômios, prisões & conventos. São Paulo: Editora Perspectiva.  Lourenço, E. (1993). O tempo dos juízes e o tempo da justiça. In Centro de Estudos Judiciários (Ed.), TEXTOS, 2; Centro de Estudos Judiciários; Lisboa; 7-15 Poiares, C. A. (2023). Criminalização: leitura psicocriminal.  Jurismat, 17(2023), 13-56 (separata).  
  • Avaliação

    Avaliação

     

     

     Assiduidade às aulas teóricas, práticas e teórico-práticas, e participação nas mesmas

    na

    10%

    Presença em todas as sessões que forem indicadas pelos professores (registo de presença obrigatória) 

    a definir

    30%

    Realização de uma frequência

    a definir

    60%

     

    Para efeitos de ponderação da avaliação, a alínea (b) requer a participação em todas as sessões indicadas pelos professores, com o número máximo de 3

     

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