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Disciplina Comunicação Farmacêutica

  • Apresentação

    Apresentação

    Esta unidade curricular tem como objetivo dotar os futuros farmacêuticos de competências essenciais de comunicação que fazem parte integrante da sua prática profissional. Esta UC abrange vários campos de ação, incluindo aconselhamento ao doente, comunicação em saúde pública, colaboração interprofissional e resolução de conflitos. Realça também o papel do farmacêutico na educação e capacitação dos pacientes, especialmente aqueles com doenças crónicas, polimedicação e idosos, garantindo que eles possam gerir eficazmente a sua saúde. Esta unidade é altamente relevante no âmbito do ciclo de estudos de farmácia, uma vez que a comunicação é um fator determinante da segurança do doente, da adesão à medicação e dos resultados globais dos cuidados de saúde. Ao dominar estas competências, os estudantes aumentarão a sua capacidade de prestar cuidados personalizados, melhorar os esforços de saúde pública e promover um ambiente de colaboração nos cuidados de saúde
  • Conteúdos Programáticos

    Conteúdos Programáticos

    1. Atendimento ao cliente - explorar a forma de interagir eficazmente com os doentes e prestadores de cuidados. 2. Conceitos gerais de comunicação no domínio da saúde - uma introdução aos princípios fundamentais da comunicação no domínio da saúde. Conceitos de literacia e literacia em saúde. 3. Modelos de comunicação na área da saúde -  compreender as diferentes abordagens para interagir eficazmente com os doentes. 4. A importância da comunicação na vida quotidiana do farmacêutico - explorar o impacto de fortes competências de comunicação nos resultados clínicos e nas relações profissionais, tanto presencialmente como online 5. A comunicação na gestão de conflitos - foco em estratégias de gestão e resolução de conflitos. Serão enfatizadas a escuta ativa, a empatia, a negociação e as técnicas de desescalada. 6. Comunicação com doentes com múltiplas patologias/polimedicação e/ou idosos - Este módulo aborda estratégias para comunicar eficazmente com estes doentes.
  • Objetivos

    Objetivos

    No final desta unidade, o aluno deve ser capaz de: Compreender o processo de comunicação em saúde, tendo em conta os diferentes contextos e públicos-alvo. Compreender o conceito de literacia e literacia em saúde. Desenvolver materiais educativos e de comunicação, como folhetos, vídeos, posts em redes sociais, e campanhas de media, adaptados para diferentes públicos. Identificar e descrever os principais modelos de comunicação em saúde. Comparar os modelos em termos de suas aplicações, vantagens e limitações. Praticar a escuta ativa e a comunicação assertiva para melhorar a interação entre membros da equipa  Entender como as condições de saúde, idade e limitações físicas ou cognitivas podem afetar a compreensão e a interação com as informações de saúde Aplicar técnicas de resolução de conflitos
  • Metodologias de ensino

    Metodologias de ensino

    As aulas teóricas serão efetuadas com recurso a metodologia expositiva e diálogo/discussão. Nas aulas práticas, para potenciar o processo de ensino-aprendizagem nesta unidade curricular, podem ser utilizadas as seguintes metodologias inovadoras: 1. Role play e simulação, para os estudantes praticaren cenários do mundo real, tais como aconselhamento de doentes, resolução de conflitos e comunicação em equipa. 2. Aprendizagem baseada em casos, para apresentar aos estudantes estudos de casos reais para analisar e discutir. Estes podem variar desde interações complexas com doentes a desafios interprofissionais. 3. Trabalho de campo - Como parte da semana de contacto com a profissão, será realizado um estudo observacional em Farmácia Comunitária que irá permitir ao aluno familiarizar-se com o ambiente profissional que irá encontrar brevemente durante o seu estágio curricular.  4. Análise de artigos científicos relacionados com os temas de atendimento farmacêutico abordados no role-playing.
  • Bibliografia principal

    Bibliografia principal

      Aguiar, AH. Boas Práticas de Comunicação na Farmácia, Hollyfar, Lisboa .2013 Soares, MA. Medicamentos de prescrição não obrigatória, Associação Nacional das Farmácias. 2002 Ordem dos Farmacêuticos. Código Deontológico. INFARMED. Prontuário Terapêutico (13ª edição) Kim, M. G., Lee, N. E., & Sohn, H. S. (2020). Gap between patient expectation and perception during pharmacist-patient communication at community pharmacy. International journal of clinical pharmacy, 42(2), 677–684. https://doi.org/10.1007/s11096-020-01014-3 van Dijk, M., Blom, L., Koopman, L., Philbert, D., Koster, E., Bouvy, M., & van Dijk, L. (2016). Patient-provider communication about medication use at the community pharmacy counter. The International journal of pharmacy practice, 24(1), 13–21. https://doi.org/10.1111/ijpp.12198  
  • Avaliação

    Avaliação

     

    Descrição

    Data limite

    Ponderação

    Frequência (A)

    a definir

    45%

    Role-play final (B)

    a definir

    30%

    Apresentação de trabalho de campo (C)

    a definir

    25%

    As ferramentas de inteligência artificial (IA) para a realização do elementos de avaliação C, têm de ser reveladas pelos alunos, identificando o propósito para a sua utilização. Na avaliação destes elementos de avaliação, os resultados serão aferidos através de elemento de avaliação oral com a ponderação de 75% na nota do elemento.

    O uso responsável e ético da IA por parte dos alunos, com vista à integridade académica, será discutido em contexto de sala de aula, tendo em conta as regras definidas nesta FUC

     

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