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Disciplina Anatomia III

  • Apresentação

    Apresentação

    Na estrutura curricular do MIMV as UCs de Anatomia integram as Ciências Fundamentais e têm como objetivo o estudo sistemático da constituição e organização estrutural do corpo dos animais. Em particular, a Anatomia III estuda a esplancnologia dos animais domésticos (carnívoros, ruminantes, equinos, suínos, coelho e aves) e dos répteis. A Anatomia alicerça a construção do conhecimento clínico, pois não só fornece os conteúdos fundamentais para a compreensão da estrutura e função do organismo, como também sustenta o estudo da fisiologia, patologia, imagiologia, medicina interna e cirurgia. A pertinência da Anatomia decorre do facto do conhecimento da morfologia normal ser uma condição essencial para o reconhecimento de alterações patológicas, para a correcta interpretação de exames imagiológicos e para a execução dos procedimentos médicos e cirúrgicos. Esta disciplina contribui de forma decisiva para a formação de médicos veterinários competentes.
  • Conteúdos Programáticos

    Conteúdos Programáticos

    - Sistema cardiovascular: coração, vasos sanguíneos e linfáticos - Aparelho respiratório: laringe, traqueia, árvore brônquica, pulmões - Aparelho digestivo: língua, faringe, esófago, reservatórios gástricos dos ruminantes, estômago, intestino delgado e grosso, canal rectal  - Glândulas anexas ao aparelho digestivo: fígado e pâncreas - Órgãos linfoides: baço e timo - Aparelho urinário: rins, ureteres, bexiga e uretra - Aparelho genital feminino: ovários, útero, vagina. - Tegumento comum: pele, glândula mamária - Aparelho genital masculino: testículos, epidídimo, pénis e glândulas sexuais acessórias. - Sistema nervoso: sistema nervoso autónomo - Aves: órgãos dos aparelhos digestivo, respiratório, urinário, genital e sistema cardiovascular. - Anatomia geral de reptéis
  • Objetivos

    Objetivos

    A Anatomia III pretende que os estudantes adquiram conhecimentos anatómicos e funcionais dos animais domésticos (carnívoros, ruminantes, equinos, suínos, coelhos e aves) e dos reptéis, de forma a serem competentes a: Identificar, localizar e caracterizar morfologicamente os órgãos dos aparelhos digestivo, respiratório, urinário, genital, assim como conhecer a sua inervação, vascularização e drenagem linfática. Conhecer a anatomia do coração, do baço e do timo. Conhecer a anatomia comparada da esplancnologia, de maneira a poder identificar e distinguir os vários órgãos nos diferentes animais domésticos e reptéis Conhecer a organização anatómica das vísceras na cavidade celómica ou nas cavidades torácica, abdominal e pélvica, ligamentos e mesos, bem como a sua respectiva inervação, vascularização e drenagem linfática.
  • Metodologias de ensino

    Metodologias de ensino

    O ensino da Anatomia exige uma forte componente prática e visual, pelo que a integração de metodologias inovadoras visa potenciar a motivação, a autonomia e a aprendizagem significativa dos estudantes. De entre algumas metodologias a aplicar, destacam-se: Aprendizagem Baseada em Problemas (Problem-Based Learning, PBL) Aprendizagem Colaborativa Laboratórios Virtuais e Recursos Multimédia Metodologias de Ensino Invertido (Flipped Classroom) Integração com a Imagiologia Veterinária Estas metodologias, complementares ao ensino teórico-prático tradicional, refletem a necessidade de envolver ativamente os estudantes no processo de aprendizagem e de contextualizar os conteúdos educativos às realidades contemporâneas, numa tentativa de desenvolver níveis de ordem superior da Taxonomia de Bloom como “analisar”, “sintetizar” ou “criar”, favorecendo assim a retenção do conhecimento e a preparação para o exercício profissional da Medicina Veterinária.
  • Bibliografia principal

    Bibliografia principal

    - International Committee on Veterinary Gross Anatomical Nomenclature (2017). Nomina Anatomica Veterinaria (6th ed.): World Association of Veterinary Anatomists (W.A.V.A.), Editorial Committee Hanover (Germany), Ghent (Belgium), Columbia, MO (U.S.A.), Rio de Janeiro (Brazil). - Barone, R. (1997). Anatomie compare¿e des mammife¿res domestiques, Tome 3, Splanchnologie I (3ª ed.). Lyon: Vigot Frères. - Barone, R. (2020). Anatomie compare¿e des mammife¿res domestiques, Tome 4, Splanchnologie II (3ª ed.). Paris: ACV.. - Barone, R. (1996). Anatomie compare¿e des mammife¿res domestiques, Tome 5, Angiologie (3ª ed.). Lyon: Vigot Frères. - Singh, B. (2018). Dyce, Sack, and Wensing's Textbook of Veterinary Anatomy (5th ed.). St. Louis, Missouri: Elsevier. - Evans, H. E., Miller, M. E. (2013). Miller's anatomy of the dog (4th ed.). St. Louis, Missouri: Elsevier. - König, H. E., & Liebich, H.-G. (2020). Veterinary Anatomy of Domestic Animals: Textbook and Colour Atlas (7th ed.). Stuttgart: Thieme.
  • Avaliação

    Avaliação

    A metodologia de avaliação segue as regras do Regulamento Específico de Avaliação de Conhecimentos da FMV-ULHT (REAC-FMV-ULHT), especificando-se em particular que:

     

    Regime de avaliação contínua:

    1. É obrigatória a presença a, pelo menos, 2/3 das aulas práticas programadas.
    2. É obrigatória a presença a, pelo menos, 2/3 das aulas teórico-práticas programadas.
    3. É obrigatória a presença a, pelo menos, 2/3 das aulas teóricas programadas.
    4. Excetuam-se ao ponto 1 e 2 os alunos com Estatuto de trabalhador-estudante e outros aplicáveis. Nestes estes casos, para aferição de conhecimentos, pode ser aplicado um regime suplementar de avaliação definido pelo docente, que pode incluir trabalhos adicionais, prova escrita e/ou oral.
    5. Para aprovação na componente teórica o aluno deve obter uma classificação final (média aritmética da avaliações parcelares - frequências) igual ou superior a 9,5 valores.
    6. Para a aprovação na componente prática o aluno deve obter uma classificação final (média ponderada dos itens de avaliação) igual ou superior a 9,5 valores.
    7. A classificação final da unidade curricular corresponde à média aritmética da avaliação prática e teórica.
    8. Podem transitar para o regime de exame as avaliações parcelares das componentes teóricas, obtidas durante a avaliação contínua.
    9. Em caso de não aprovação a uma das componentes, componente prática ou componente teórica, o aluno poderá realizar somente a componente em falta nas épocas de exame subsequentes.

     

    Regime de exame:

    1. É obrigatória a presença a, pelo menos, 2/3 das aulas práticas programadas.
    2. É obrigatória a presença a, pelo menos, 2/3 das aulas teórico-práticas programadas.
    3. É obrigatória a presença a, pelo menos, 2/3 das aulas teóricas programadas.
    4. Excetuam-se ao ponto 1 e 2 os alunos com Estatuto de trabalhador-estudante e outros aplicáveis. Nestes estes casos, para aferição de conhecimentos, pode ser aplicado um regime suplementar de avaliação definido pelo docente, que pode incluir trabalhos adicionais, prova escrita e/ou oral.
    5. O aluno aprova com uma classificação igual ou superior a 9,5 valores a cada uma das componentes, prática e teórica.
    6. A classificação final da unidade curricular corresponde à média aritmética da avaliação prática e teórica.

     

    Avaliação contínua

    Componente teórica

    Uma frequência teórica em cada pausa pedagógica (50% + 50%)

    Componente prática

    Duas avaliações práticas, a realizar nas pausas pedagógicas (40% + 40%)

    Avaliação nas aulas práticas (15%)

    Avaliação no INIAV (5%)

    Nota final da UC na avaliação contínua

    Componente teórica (50%) + Componente prática (50%)

     

    Avaliação por exame

    Componente teórica

    Exame final – 100%

    Componente prática

    Exame final prático– 100%

    Nota final da UC na avaliação por exame

    Componente teórica (50%) + Componente prática (50%)

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