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Disciplina Microbiologia II

  • Apresentação

    Apresentação

    Nesta unidade curricular de Microbiologia II pretende-se que os estudantes compreendam a relevância da área da Microbiologia Alimentar e as suas aplicações. Considerando os conhecimentos adquiridos na cadeira de Microbiologia I, pretende-se estudar a interação entre os microrganismos e alimentos na perspetiva da segurança e qualidade alimentar, tendo por finalidade a prevenção das doenças microbianas de origem alimentar e a produção de produtos seguros e de qualidade.
  • Conteúdos Programáticos

    Conteúdos Programáticos

    Importância em saúde pública das doenças microbianas de origem alimentar.  Processos de conservação alimentar. O conceito barreira. Respostas homeostáticas dos microrganismos. Fatores condicionantes do crescimento de microrganismos nos alimentos. Utilização de microrganismos na indústria  alimentar.  A fermentação  microbiana  industrial.  Interacções microbianas.  Microbiologia da água. Papel dos microrganismos aquáticose. Resistencia antimicrobiana e a segurança alimentar. Fontes de contaminação microbiana dos alimentos: animais de produção como reservatório de microrganismos patogénicos para o homem, contaminação cruzada e práticas de risco. Infeções, intoxicações e toxinfeções alimentares. Principais agentes patogénicos e mecanismos de acção. Indicadores, critérios microbiológicos, planos de amostragem e apreciação de lotes de géneros alimentícios. Análise de dados epidemiológicos (ex. EFSA, ECDC, WHO).
  • Objetivos

    Objetivos

    Salientar a importância em saúde pública das doenças microbianas de origem alimentar bem como reconhecer a importância dos microrganismos nos alimentos. Descrever a origem e fatores condicionantes da distribuição dos microrganismos nos alimentos, permitindo avaliar e prever métodos de preservação e conservação alimentar. Estudar os principais microrganismos patogénicos presentes nos alimentos, para identificar os principais agentes de toxinfecção alimentar, os respectivos mecanismos de acção, sintomatologia associada e medidas de controlo/prevenção. Desenvolver competências de manuseamento de amostras biológicas, planeamento e execução de ensaios microbiológicos em matrizes alimentares e águas, e realizar relatórios Técnicos. Familiarizar os alunos com a metodologia analítica normalizada para controlo da qualidade microbiológica de alimentos de origem animal.
  • Metodologias de ensino

    Metodologias de ensino

    Durante o semestre serão utilizadas metodologias tais como a metodologia ativa e o ensino híbrido, que permitem adotar recursos tecnológicos para envolver e aperfeiçoar o desempenho dos estudantes, permitindo um maior envolvimento na aquisição de conhecimentos.
  • Bibliografia principal

    Bibliografia principal

    Yousef, A. E., Waite-Cusic, J.G., Perry, J.J. (2022). Analytical Food Microbiology: A Laboratory Manual. 2nd Ed., Wiley, USA (ISBN: 0470425113) Wiley, J., Sherwood, L., Woolverton, C. ( 2017). Prescott`s Microbiology.  10th Ed., McGraw-Hill Education, USA (ISBN13: 9781259281594). Madingan, M.T., Bender, K.S., Buckley, D.A., Sattley, W.M., Stahl, D.A. (2017). Brock Biology of Microorganisms. 15th Ed., Pearson Education, USA. (ISBN-13: 978-0134261928; ISBN-10: 978-0134261928). Tortora, G., Case, C., Funke, B. (2016), Microbiology: an introduction. 12th Ed., Pearson Education, USA, (ISBN-13: 978-0-13-392339-1). Quinn, P.J., Markey, B.K.,  Leonard, F.C., Hartigan, P., Fanning, S., Fitzpatrick, E.S. (2011). Veterinary Microbiology and Microbial Disease. 2nd Ed. Blackwell Publishing (ISBN-13: 978-1405158237; ISBN-10: 1405158239). Lima, N., Canas Ferreira, W., Sousa, J.C. ( 2010).  Microbiologia.  Edições Lidel, Portugal (ISBN 978-972-757-515-2).
  • Avaliação

    Avaliação

    Componente teórica (CT): 

    Aulas teóricas com apresentação de seminários aplicados. A avaliação contínua considerará:

    • a assiduidade, participação e capacidade de análise/discussão dos temas expostos na aula, realização de trabalhos individuais - auto-aprendizagem supervisionada (ponderação 25%)
    • frequência global teórica (ponderação 75%)

    Componente prática (CP):

    Realização de atividades práticas de consolidação e aplicação de conhecimentos, de modo a conferir formação técnica nas várias etapas do diagnóstico bacteriológico. A avaliação considerará: 

    • assiduidade (5%) - frequência de 2/3 das aulas obrigatória
    • preparação, participação, desempenho e prática laboratorial, realização de questões de aula e preparação, elaboração de trabalho escrito e apresentação de um caso clínico (55%)
    • realização de exercícios de consolidação de conhecimentos (40%)

    A nota final de cada componente corresponde a 50% da nota final da disciplina e deverá ser maior ou igual a 9,5 val. A reprovação à CT ou CP implica a realização de exame final na respectiva componente, com nota mínima de 9,5 val para aprovação.

    Sempre que sejam realizados trabalhos escritos individuais ou em grupo, estes deverão ser objeto de discussão oral presencial, com ponderação superior à componente escrita, de acordo com as orientações institucionais sobre o uso de Inteligência Artificial Generativa (IAGen) e integridade académica. É proibido o uso de IAGen em provas presenciais, devendo o seu recurso ser sempre identificado e justificado nos trabalhos escritos, nos termos dos regulamentos da Universidade Lusófona.

    A reprovação à CT ou CP implica a realização de exame final.

     

    Descrição

    Data limite

    Ponderação

    Avaliação da Componente Teórica:

    Avaliação continua: assiduidade, participação e capacidade de análise/discussão dos temas expostos em aula, questões de aula, 1 frequência global.

     

    Final do semestre

    50%

    Avaliação da Componente Prática:

    Avaliação continua: assiduidade, preparação e execução laboratorial, participação nas aulas práticas, questões de aula, trabalho autónomo, 1 frequência global.

    Final do semestre

    50%

    Regras de Conduta:

    - É expectável que os alunos sejam assíduos e pontuais.

    - É expectável que os alunos respeitem o Professor dentro da sala de aula, nomeadamente mantendo-se em silêncio, para não perturbar o bom funcionamento das aulas.

    - É expectável que os alunos levem sempre bata para as aulas laboratoriais e cumpram as regras de segurança dentro do laboratório.

    - Não é expectável que os alunos realizem trabalho de outras UCs ou façam consultas na web se estas não forem solicitadas pelo docente.

     

     

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