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Apresentação
Apresentação
Esta UC pretende formar para o apoio, a intervenção e a participação no monitoramento do processo educativo e inclusivo de alunos com necessidades educacionais específicas no domínio cognitivo e motor, desde a intervenção precoce na infância, a escolarização básica e secundária até a transição para a vida pós-escolar. Espera-se que os formandos desenvolvam competências colaborativas para participar na definição de estratégias de diferenciação pedagógica, no reforço das aprendizagens e na implementação de práticas pedagógicas inclusivas baseadas em modelos como a Abordagem Multinível e o Desenho Universal para a Aprendizagem, com o objetivo último de não deixar nenhum aluno para trás.
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Disciplina do curso
Disciplina do curso
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Grau | Semestres | ECTS
Grau | Semestres | ECTS
Mestre | Semestral | 8
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Ano | Natureza | Lingua
Ano | Natureza | Lingua
1 | Obrigatório | Português
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Código
Código
ULHT456-22234
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Pré-requisitos e co-requisitos
Pré-requisitos e co-requisitos
Não aplicável
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Estágio Profissional
Estágio Profissional
Não
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Conteúdos Programáticos
Conteúdos Programáticos
Intervenção Precoce na Infância Intervenção Centrada na Família Equipas transdisciplinares e operacionalização dos Planos Individuais de Intervenção Precoce Processos de transição entre equipamentos educativos/domicílios/amas Transição para a Vida Pós-Escolar Construção de projetos de vida Equipas transdisciplinares e operacionalização dos Planos Individuais de Transição. Processos de transição pós-escolar
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Objetivos
Objetivos
- Posicionar-se face a modelos de resposta às necessidades educativas específicas e aos quadros conceptuais que os fundamentam. - Identificar necessidades educativas, limitações físicas e desvantagens sociais no contexto do desenvolvimento social e educativo dos alunos. - Aplicar técnicas de aconselhamento e de diferenciação pedagógica. - Apoiar ativamente a diversificação de estratégias e de métodos educativos, por forma a promover o desenvolvimento e a aprendizagem das crianças e dos jovens - Organizar programas de educação parental e intervir nos processos de envolvimento dos pais na educação precoce, na educação escolar e na formação profissional dos seus filhos, nos respetivos projetos de integração educacional e social. - Apoiar os professores de ensino regular, na sala de aula, em tarefas de diferenciação pedagógica, para uma melhor gestão de turmas heterogéneas em processos de educação inclusiva, numa escola para todos.
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Metodologias de ensino
Metodologias de ensino
Trata-se de uma unidade curricular de natureza teórico-prática, constituída por momentos de formação presencial, conjunta e à distância, com a utilização de diversas plataformas digitais. Adota-se uma metodologia ativa de aprendizagem com o objetivo de estimular o desenvolvimento de i) conhecimentos, ii) competências de intervenção e iii) competências de reflexão crítica no domínio da educação especial e inclusiva. Parte-se da apresentação de casos práticos para favorecer uma combinação metodológica que integra exposição de informação, debate dirigido e análise crítica de fontes bibliográficas em fóruns assíncronos e em ambientes de narrativas digitais, para o aprofundamento dos temas, com trabalhos individuais e em grupo. Prevê-se ainda a realização de um simpósio comum aos cursos de pós-graduação e de mestrado do CUL e do CUP, para apresentação e discussão dos trabalhos desenvolvidos.
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Bibliografia principal
Bibliografia principal
Canha, L., Souza, L. S., Murgo, C. (2024). Avaliação do impacto de um programa de apoio à transição para vida adulta em Portugal: perceções de empregadores e pessoas com deficiência. Quaestio-Revista de Estudos em Educação, 26, p. e024050. Carvalho, L., Almeida, I. C., Felgueiras, I., Leitão, S., Boavida, J., Santos, P. C., Serrano, A., Brito, A. T., Lança, C., Pimentel, J., Grande, C., Brandão, T., & Franco, V. (2016). Práticas recomendadas em intervenção precoce na infância: Um guia para profissionais (2.ª ed.). Associação Nacional de Intervenção Precoce. ISBN 978-989-20-6312-6 Cosme, A. (2018). Autonomia e Flexibilidade Curricular. Propostas e Estratégias de Ação. Porto Editora. Direção-Geral da Educação. (2018). Para uma educação inclusiva: Manual de apoio à prática. Ministério da Educação. Canha, L., & Fernandes, C. (2018). Projeto Sintra Inclui: projeto piloto e manual para técnicos. Lisboa: Câmara Municipal de Sintra e Associação Pais-em-Rede. ISBN: 978-989-20-8777-1
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Avaliação
Avaliação
1 - Trabalho de grupo
O trabalho de grupo integra as duas partes estruturantes da Unidade Curricular, lecionadas por duas docentes, e será desenvolvido a partir de um estudo de caso comum, relativo a um aluno que se encontra na fase de transição para a vida pós-escolar.
Partindo da caracterização do aluno do estudo de caso, das suas necessidades, potencialidades e do seu percurso educativo, os estudantes deverão analisar criticamente a situação apresentada e elaborar um plano de intervenção integrado, considerando dois momentos fundamentais do seu desenvolvimento: (a) Intervenção Precoce na Infância; (b) Apoio à Transição para a Vida Pós-Escolar. As duas componentes deverão constituir um plano coerente e articulado ao longo do percurso de desenvolvimento, evidenciando continuidade entre as diferentes fases e fundamentando as opções propostas na bibliografia científica e nos conteúdos abordados na Unidade Curricular.
O objetivo será identificar, a partir da situação observada na fase de transição, necessidades e eventuais lacunas no percurso de intervenção, propondo respostas que, em cada uma destas etapas, poderiam ter contribuído - ou ainda poderão contribuir - para promover o desenvolvimento, a participação, a inclusão, a autonomia e uma transição mais bem-sucedida para a vida adulta.
1.1 Componente escrita
O trabalho deverá incluir uma introdução com uma breve caracterização do aluno, das suas necessidades e potencialidades, dos principais aspetos do percurso relevantes para a análise, bem como o enquadramento da problemática e os objetivos do trabalho.
O plano de intervenção deverá considerar, de forma articulada, dois momentos do percurso de desenvolvimento e educativo do aluno: Intervenção Precoce na Infância e Transição para a Vida Pós-Escolar. A partir das necessidades e eventuais lacunas identificadas no estudo de caso, deverão ser definidos, para cada momento, as prioridades e objetivos de intervenção, as estratégias, ações e apoios considerados adequados, os principais intervenientes e as formas de articulação entre família, escola, profissionais, serviços e comunidade, bem como os resultados esperados e as possíveis formas de acompanhamento e avaliação.
O plano deverá evidenciar continuidade e coerência entre os dois momentos de intervenção, mostrando como as respostas desenvolvidas nas fases anteriores poderiam ter contribuído - ou ainda poderão contribuir - para responder às necessidades observadas na fase de transição e para promover a participação, a inclusão, a autonomia e a qualidade de vida do aluno.
O trabalho deverá ainda incluir uma breve reflexão individual de cada estudante, devidamente identificada, centrada nas principais aprendizagens realizadas, nos desafios colocados pelo estudo de caso, na importância da articulação entre as diferentes fases do percurso e no contributo do futuro profissional para uma intervenção mais inclusiva e centrada na pessoa.
O trabalho escrito deverá ter, no máximo, 15 páginas (excluindo a reflexão individual) e deve seguir o layout da Universidade Lusófona, ser redigido em Times New Roman, tamanho 12, com espaçamento de 1,5 linhas, e incluir referências bibliográficas relevantes e atualizadas (ver normas em https://luzialr.notion.site/normas-apa7).
1.2 Componente oral
A componente oral será realizada em grupos, com a duração máxima de 45 minutos por grupo:
- 15 minutos para apresentação do trabalho;
- 25 minutos para discussão e questionamento individual dos elementos do grupo;
- 5 minutos para apreciação, feedback e transição entre os grupos.
A apresentação terá formato livre, podendo cada grupo escolher a forma e os recursos que considerar mais adequados.
2. Critérios de avaliação
Trabalho escrito de grupo - 30% (16 de fevereiro de 2026)
(25% componente de grupo + 5% reflexão individual)
Qualidade da análise do estudo de caso, coerência do plano de intervenção integrado, articulação entre os dois momentos, fundamentação científica e qualidade da reflexão individual.Apresentação presencial do trabalho - 30%
Clareza e organização da apresentação, capacidade de síntese, fundamentação das opções tomadas e articulação entre as dois áreas da UC.Discussão e defesa individual presencial - 40%
Resposta às questões colocadas pelos docentes, domínio dos conteúdos, capacidade de justificar criticamente as opções de intervenção e de relacionar o estudo de caso aos conteúdos da UC. Todos os estudantes deverão participar e responder individualmente.3. Utilização de Inteligência Artificial Generativa
A IA pode ser utilizada de forma limitada para gerar ideias, organizar o trabalho, rever a linguagem e identificar termos de pesquisa. Não pode substituir a análise, a reflexão crítica, as decisões de intervenção ou a redação final, que devem ser da autoria das estudantes.
Qualquer utilização deve ser obrigatoriamente declarada no trabalho. As estudantes são responsáveis pela autoria, verificação, rigor e integridade académica dos conteúdos apresentados. A IA não constitui fonte bibliográfica; todas as referências devem ser consultadas e verificadas na fonte original. Não podem ser introduzidos dados pessoais, confidenciais ou informações não publicadas em ferramentas de IA.
4. Exame
A avaliação por exame consiste em um teste escrito, individual e presencial, com ponderação de 100%.
5. Faltas
É obrigatória a presença em 70% das aulas.
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Mobilidade
Mobilidade
Não





