Adam Smith revisitado à luz da Inteligência Artificial
A ECEO e os estudantes de Economia refletiram sobre a IA como motor da produtividade e da organização do trabalho no século XXI
06.07.26 - 10h50A Inteligência Artificial e o seu impacto na economia e na organização do trabalho foram o tema do seminário realizado a 7 de maio na Universidade Lusófona - Centro Universitário Lisboa.
O seminário “A Nova Fábrica de Alfinetes: Adam Smith e a Inteligência Artificial” propôs uma leitura atual da divisão do trabalho e da produtividade, em diálogo com o pensamento de Adam Smith no contexto da Revolução Industrial. Promovido pela Escola de Ciências Económicas e das Organizações (ECEO), em conjunto com os estudantes do 1.º Ciclo em Economia, o encontro reuniu académicos, convidados e estudantes para refletir sobre os desafios tecnológicos que atravessam a sociedade contemporânea.
A abertura contou com Ana Brasão, Diretora Pedagógica da ECEO, Carlos Pinto e Lúcio Studer Ferreira, docentes e investigadores da Universidade Lusófona.
Seguiu-se uma mesa-redonda com Cátia Lobo Sousa, docente da ECEO, e Vera Barros, economista e consultora, durante a qual foram analisados os efeitos da Inteligência Artificial na produtividade, na economia e na reorganização do trabalho, estabelecendo uma ligação entre o pensamento de Adam Smith e os desafios do século XXI.
O encontro terminou após uma manhã de reflexão e partilha de conhecimento, evidenciando o compromisso da Universidade Lusófona com a promoção de iniciativas académicas dinamizadas pelos estudantes, que contribuíram ativamente para a criação de um espaço de debate e aprendizagem.
Texto
Catarina Castanheira
Vídeo (Cobertura)
Fernão Simões e Rui Simões
Vídeo (Edição)
Rui Simões





