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Universidade Lusófona

Alunos da Lusófona "invadem" "Diário do Alentejo"

23 alunos da Lusófona escreveram para o Diário do Alentejo

Texto: Alexandre Sabino e Marta Marques, alunos da Lusófona

alunos

De 14 a 16 de abril a redação do “Diário do Alentejo” reforça a equipa de jornalistas. Os alunos do curso de Ciências da Comunicação e da Cultura, da Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias, vieram de Lisboa para uma experiência única de participação numa redação jornalística. 
A edição de dia 21 de abril será em grande parte escrita pelos 23 alunos, com o apoio do nosso jornal. O projeto foi uma ideia de Ricardo J. Rodrigues, jornalista e professor de jornalismo, em parceria com Paulo Barriga, diretor do “DA”. Os alunos vão estar divididos em grupos, e cada um vai aprofundar um tema. Haverá uma série de reportagens e entrevistas relevantes para a região do Alentejo. Desde entrevistas com os cabeças de cartaz da Ovibeja [D.A.M.A., Carlão, Nelson Freitas e David Carreira], até à história dos primeiros refugiados que chegaram a Beja, passando pelos bastidores do centro de reprodução do lince ibérico, e à história da única esperança olímpica alentejana, este vai ser um número especial. 

Retirado de Diário do Alentejo

Veja como tudo decorreu

Leia as peças dos nossos alunos

Depois da tempestade, o Alentejo
Para trás ficaram quatro filhos e a mulher, grávida de seis meses. Tamam tem 41 anos, vivia em Homs, na Síria. “Quando a guerra começou, fui apanhado num tiroteio e fui alvejado com dois tiros, um no braço, outro na perna”, conta agora, e diz que não quer falar mais sobre isso. (...)

“Pensava que eram pequenos tigres, afinal são gatos grandes”
Ouve-se um barulho, a equipa fica em silêncio e todas as cabeças se viram para uma das câmaras de videovigilância. Era claro para todos quem estaria a querer aparecer: Juromenha. A fêmea de lince ibérico solta um gemido e acorda as três crias que estavam a descansar. (...)

De Almodôvar ao Rio de Janeiro?
“Tudo poderá acontecer. Esta é uma prova onde já foi, mais do que uma vez, provado que qualquer um está à altura de conquistar uma medalha”. Quem o diz é André Alves, a esperança do Alentejo para os próximos Jogos Olímpicos. Quando começou a praticar esta modalidade, aos seis anos, ainda não tinha como objetivo chegar a umas olimpíadas, mas sim o desporto como forma de se divertir com os seus amigos.  (...)

Lê na edição impressa todas as peças escritas pelos nossos alunos. [ pdf ]