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Apresentação
Apresentação
Especialização como treinador de SURF com ênfase nos níveis intermédios e avançados do praticante, também com envolvimento em competição. Treinador com autonomia na orientação e coordenação geral da escola de surf, das aulas de surf e das sessões de treino. Capacidade para posicionar a actividade no âmbito do turismo activo e na vertente da formação/treino. O trabalho desenvolvido ao longo do ano deverá resultar na capacidade do treinador organizar sessões de treino, entender e intervir no treino da técnica e da táctica utilizando ferramentas adequadas ao seu planeamento, observação e avaliação e entender os critérios fundamentais do julgamento em competição. Nesta etapa final da sua especialização, o treinador deverá conhecer as etapas de desenvolvimento do atleta a longo prazo, com o devido transfer para o surf.
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Disciplina do curso
Disciplina do curso
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Grau | Semestres | ECTS
Grau | Semestres | ECTS
Licenciado | Semestral | 5
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Ano | Natureza | Lingua
Ano | Natureza | Lingua
3 | Opcional | Português
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Código
Código
ULHT495-3-17680
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Pré-requisitos e co-requisitos
Pré-requisitos e co-requisitos
Não aplicável
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Estágio Profissional
Estágio Profissional
Não
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Conteúdos Programáticos
Conteúdos Programáticos
Teórico-Prático Organização e gestão da escola de surf, autonomia e tomada de decisões Actividade surf no turismo activo e actividade surf na formação e no treino Organização da sessão de treino O treino da técnica e da táctica: análise das habilidades desportivas no surf; ferramentas de planeamento, observação e avaliação do desempenho; Análise da competição: formatos e estruturas; análise do desempenho; Métodos e critérios de julgamento em competição Desenvolvimento do atleta a longo prazo - caso surf
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Objetivos
Objetivos
Consolidação de conhecimentos, aptidões e competências correspontes aos conteúdos descritos na apresentação da unidade curricular, designadamente: autonomia para coordenar as estruturas e as actividades do surf ligado ao turismo activo e às vertentes do ensino e do treino; autonomia para organizar sessões de treino e intervir no treino da técnica e da táctica, construindo e utilizando ferramentas adequadas para esse planeamento; saber diagnosticar diferentes níveis técnicos nos praticantes e diferentes níveis de dificuldade nas condições do mar, adequando as metodologias de treino; Consolidação de conhecimentos sobre competição: saber analisar e avaliar o desempenho e conhecer a estrutura e o formato dos eventos; Saber interpretar as etapas de desenvolvimento do atleta a longo prazo. No final do percurso de especialização, o treinador tem acesso ao título Grau II.
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Metodologias de ensino
Metodologias de ensino
Micro Ensino através de Autonomia na Prática. Autonomia na Prática - com supervisão
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Bibliografia principal
Bibliografia principal
Sutherland, Bruce (2001). The World Stormrider Guide. Bristol. Low Pressure Lda. . Kampion, D. & Brown, B. (1998). Stoked: A History of Surf Culture. Los Angeles. General Publishing Group, Inc. Macedo, J. (2015). Ser Surfista, Manual de Iniciação e Alta Performance. Prime Books. Maximiliano, S. (2013). O Surf na Sociedade Contemporânea. Gymnasium - Revista de Educação Física, Desporto e Saúde da Universidade Lusófona, v.4, n.1, pp.91-119. Lisboa. Couto, Carlos. (2012). A preparação Física no Surf. Prime Books. Meneses, J. (2024). Caderneta de Mar: Crónicas de um Surfista. Edição de Autor. Moreira, M. (2009). Surf. Da Ciência à Prática. (2ª Ed.). FMH Edições. Cruz Quebrada. Sá Leal, A. P. & Carvalho, A. (2018). Surfing: The Next Step: Como Podes Aperfeiçoar o teu Surf. Casa das Letras. Vasco, R. (2023). Calhau: Crónicas de uma Viagem - 1980-2000. Edição de Autor.
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Avaliação
Avaliação
Descrição dos instrumentos de avaliação (individuais e de grupo) ¿ testes, trabalhos práticos, relatórios, projetos... respetivas datas de entrega/apresentação... e ponderação na nota final.
Exemplo:
Descrição
Data limite
Ponderação
Trabalhos Teórico-Práticos Individuais
dd-mm-yyyy
40%
Observação Geral e Específica do Desempenho
dd-mm-yyyy
60%
Em todos os momentos de avaliação, a nota mínima para aproveitamento é de 9,5 Valores. A exigência de uma classificação mínima de 9,5 valores em componentes de avaliação, para além da obtenção de uma média ponderada final igual ou superior a 9,5 valores, reflete o compromisso da Licenciatura em Educação Física e Desporto com o rigor académico e a qualidade da formação. Este requisito visa assegurar que os estudantes demonstram a aquisição das competências essenciais em todas as componentes da unidade curricular, promovendo uma formação sólida, a responsabilidade profissional e o mérito académico, fundamentais para uma intervenção ética, crítica e competente no exercício da profissão.
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Mobilidade
Mobilidade
Não





