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Investigadora da ULusófona participou na I Bienal de Teatro Popular Mirandês

Patrícia Ferraz de Matos moderou a mesa redonda “O Teatro Popular Mirandês e as suas Origens”, um dos destaques da I Bienal de Teatro Popular Mirandês

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24.06.26 - 11h47

Patrícia Ferraz de Matos, Antropóloga e Investigadora Integrada no CeiED, Universidade Lusófona, foi moderadora, a convite da Associação Tradifols, Artes & Ritmos, da mesa redonda “O Teatro Popular Mirandês e as suas Origens”, realizada em Miranda do Douro (Póvoa), em Trás-os-Montes e Alto-Douro.

Os intervenientes na mesa foram: António Bárbolo Alves (Centro de Estudos em Letras da UTAD – Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro – e Academia de Ciências de Lisboa); José Borges Pinto (recolhas de teatro popular nos anos 70 do século XX); Waldemar Gonçalves (regrador de teatro popular); e António Garcia (professor e encenador).

A referida mesa redonda fez parte do programa da I Bienal de Teatro Popular Mirandês, que decorreu em Trás-os-Montes e Alto-Douro, nas localidades de Miranda do Douro, Póvoa e Duas Igrejas, entre os dias 22 e 23 de maio.

Além da mesa redonda, o programa incluiu: a visita a uma escola secundária para falar sobre teatro popular com os alunos; a apresentação de duas peças de teatro, uma (A Confissão do Vicente Marujo) interpretada pelo grupo local Mafarricos e outra (A Tia Lucrécia) interpretada pelo grupo convidado – GEFAC, Grupo de Etnografia e Folclore da Academia de Coimbra; o lançamento do livro Bienal de Teatro Popular Mirandês: Quadros que cúntan, lhembráncias que quédan, coordenado por Manuel Castro Lopes, com textos de Alcides Meirinhos, António Bárbolo Alves, José Borges Pinto e GEFAC, e editado (com textos em português e em mirandês) pela Associação Tradifols, Artes & Ritmos (Duas Igrejas, 2026); e, ainda, visitas guiadas e arruadas.

Este evento, dirigido a um público alargado e que contou sobretudo com a presença de população local, foi um marco importante no que toca à reflexão sobre o papel do teatro popular mirandês, e suas relações com os autos medievais, na cultura de Trás-os-Montes e Alto-Douro e enquanto elemento do património imaterial da humanidade.

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