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Apresentação
Apresentação
A Unidade Curricular Oficina de Práticas em Serviço Social I tem como finalidade: Dar continuidade ao processo de aquisição de conhecimento e de reflexão crítica sobre a realidade social em que o Serviço Social intervém; Aprofundar a compreensão acerca da relevância dos instrumentos técnico-operativos no exercício profissional do Serviço Social, capacitando os estudantes para a sua aplicação prática; Desenvolver competências de mobilização e de articulação dos diversos instrumentos necessários à formulação e implementação de respostas adequadas às necessidades identificadas junto da população alvo de intervenção.
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Disciplina do curso
Disciplina do curso
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Grau | Semestres | ECTS
Grau | Semestres | ECTS
Licenciado | Semestral | 3
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Ano | Natureza | Lingua
Ano | Natureza | Lingua
2 | Obrigatório | Português
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Código
Código
ULP733-26208
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Pré-requisitos e co-requisitos
Pré-requisitos e co-requisitos
Não aplicável
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Estágio Profissional
Estágio Profissional
Não
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Conteúdos Programáticos
Conteúdos Programáticos
I. Exploração e aplicação dos Instrumentos Técnico- Operativos do Serviço Social: 1.1. Sinalização de Casos 1.2. Atendimento e Acompanhamento Social 1.3. Visita Domiciliaria: Estratégias e Potencialidades 1.4. Diagnóstico Social 1.5. Genograna e Ecomapa 1.6. Fluxograma II. Outros conteúdos direcionados para aplicação prática que se direcionem às solicitações /necessidades dos/as estudantes
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Objetivos
Objetivos
O1. Adquirir e desenvolver capacidades que reforcem o perfil profissional; O2. Desenvolver a capacidade de observar a realidade social onde se desenvolve a ação do Serviço Social e saber identificar diferentes contextos e aplicar os instrumentos técnico- operativos; O3. Desenvolver a capacidade de planear e organizar atividades.
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Metodologias de ensino
Metodologias de ensino
A unidade curricular adota metodologias ativas e reflexivas, centradas no estudante e articuladas com a prática profissional do Serviço Social. Privilegiam-se: i. Estudos de caso e simulações para experimentação de instrumentos técnico-operativos; ii. Trabalho cooperativo para estimular competências comunicacionais e colaborativas; iii.Role-playing para exercitar competências relacionais; iv.Reflexão guiada para consolidar aprendizagens e fomentar autoavaliação. Estas metodologias visam reforçar o perfil profissional, a capacidade de análise da realidade social e a aplicação fundamentada de instrumentos de intervenção.
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Bibliografia principal
Bibliografia principal
Amaro, S. (2015). Visita Domiciliária. Teoria a Prática. Porto Editora Brinca, J. (2020). Lugar dos Instrumentos no Serviço Social Vol I - Instrumentos Indiretos. Edições E s g o t a d a s Brinca, J. (2022). Lugar dos Instrumentos no Serviço Social Vol II - Instrumentos Diretos. Edições E s g o t a d a s Fialho, J., Silva, C., & Saragoça, J. (2020). Diagnóstico Social-Teoria, Metodologia E Casos Práticos. (2ª e d . ) . E d i ç õ e s S i l a b o Idánez, M., & Ander-Egg, E.(2007). Diagnóstico Social: conceitos e metodologias (3ªed). Rede Europeia A n t i - P o b r e z a Martinez, M.M. (2011). La práctica del Trabajo Social. Editorial Sintesis Silva, T., Gomes. (2023). Genograma, ecomapa e mapa de relações- Técnicas úteis no planeamento de intervenção com Famílias. Em I Casquilho-Martins, J. Fialho (Org), Planeamento da Intervenção Social-Conceção, ação e avaliação. (pp.155-169) Edições. Silabo
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Avaliação
Avaliação
Descrição
Data limite
Ponderação
Trabalho de Grupo
a designar
40% (Apresentação 25% e Trabalho Escrito 15%)
Trabalho de grupo
a designar
40% (Apresentação 25% e Trabalho Escrito 15%)
Participação em atividades desenvolvidas em sala *
Ao longo do semestre
20%
*Excecionalmente, para os estudantes com Estatuto de Estudante Trabalhador, no caso de impossibilidade de participarem nas atividades desenvolvidas nas aulas, será admitida a entrega de um trabalho de reflexão sobre a temática explorada na Unidade Curricular. A data de entrega será definida posteriormente e comunicada através da plataforma Moodle.
Regime Especial de Avaliação
Nos termos do Despacho Reitoral n.º 24/2023 (artigo 3.º), considera-se estudante com estatuto especial aquele que tenha apresentado prova da sua condição, a qual lhe confere direitos particulares relativamente à frequência de aulas ou à realização de provas. Esta situação deve estar devidamente registada no processo do estudante junto dos serviços administrativos, de acordo com as normas em vigor.
Integram este estatuto os seguintes grupos:
-Trabalhadores-estudantes.
-Dirigentes associativos.
-Atletas de alta competição.
-Atletas em representação da instituição no desporto universitário.
-Atletas federados, nos termos da lei aplicável.
-Membros de forças de segurança.
-Militares.
-Estudantes com necessidades educativas especiais.
-Outros estudantes em situações previstas pela lei.
De acordo com o mesmo despacho (artigo 6.º, ponto 3, alínea b), aplica-se, nestes casos, a utilização de elementos de avaliação distintos, desde que os mesmos permitam comprovar o sucesso do estudante na Unidade Curricular.
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Mobilidade
Mobilidade
Não





