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Class Urban Development in a Rural Environment

  • Presentation

    Presentation

    The rurality problems, like lack of population, no facilities or services, older population, migrations, brings problems to the territory. At this CU these questions are the focus to allow an understanding and thinking in action that could mitigate the problems and bring territorial integration.
  • Code

    Code

    ULHT262-381
  • Syllabus

    Syllabus

    1. Characterization and analysis of settlements. Demographic Evolution. Built environment and landscape. Characteristics and limitation of local and regional infrastructure. Local and Regional Economic Dynamics; 2. Methodology of intervention. Analysis, Diagnostic and Prognostic. Strategic Action in small settlements. SWOT methods. Action Plan. Project Management; 3. Intervention Proposal. Action Plan. Strengths and Weakness. Regional Insertion. Prefered áreas for growth, rehabilitation and heritage protection. Infra-structure programming, social facilities and public spaces. Agricultural and forestry in the influential zone; 4. Economic Aspects.
  • Objectives

    Objectives

    This CU aims at preparing students to act in rural settlements providing the skills and knowledge to understand and the basic urban requirements of those settlements in support to their agricultural and forestry activities in order to be able to intervene in propose urban intervention. Focus in maintaining the vitality and sustainability of those urban cores ¿ required condition for their spatial organization and management, aims to fight desertification and landscape deterioration require a technical intervention that is able to balance primary and secondary sectors interests, as well as with the new demands of modernization and the emerging industry and service economic sectors.
  • Teaching methodologies

    Teaching methodologies

    The preparation of a transversal work, common to most of the curricular units, which contains the particularities of each UC, is a practice that promotes a specific understanding of the subjects specific to each UC and knowledge of their relationships in the context of work in urban planning, preparing the student to solve complex problems. Seminar classes, where different topics are addressed in a coordinated manner by different lecturers, allow for a broader approach and the consolidation of more comprehensive knowledge in the fulfilment of the course programme.
  • References

    References

    Collis, David J.(2010) Thinking Strategically, Pocket Mentor, Harvard Business School Press. Duffy. Mary.(2006). Managing Projects, Pocket Mentor, Harvard Business School Press. Lovejoy, Derek.(1979). Land uses and Landscape planning, Leonard Hill, Glasgow. Marsh, William M.(1978). Environmental Analysis for Land Use and Site Planning, McGraw-Hill, Inc. Mcharg, Ian L.(1969). Design with Nature, Falcon Press, Philadelphia, USA. Jellicoe, G., Jellicoe, S. (1998). The landscape of Man. Shaping the environment from prehistory to the present day. 3th ed. Thames & Hudson, London. Dentinho, T., Rodrigues, O., [Coord.] (2007). Periferias e espaços rurais. Comunicações apresentadas ao II Congresso de Estudos Rurais. Principia. S. João do Estoril. Baudin, G., Vaz, D.[Org.] (2014). Transação Territorial. Novas relações cidade-campo. Ed. Húmus, V.N. Famalicão.
  • Assessment

    Assessment

    A avaliação no âmbito do 1.º ano (curso de mestrado) do 2.º ciclo de estudos em urbanismo da Universidade Lusófona, é efetuada considerando as competências que cada unidade curricular, devidamente inscritas nas fichas de unidade curricular.

    Porque a transdisciplinaridade e trabalho conjunto é um fator central do urbanismo, a

    integração de várias temáticas e a capacidade de tratar situações complexas de forma transversal tornam-se essenciais. Neste contexto, é importante que sejam os alunos motivados a experienciar essa realidade.

    Assim, no decorrer do primeiro ano, a avaliação das unidades curriculares é efetuada através da realização de um trabalho prático, transversal a todas as unidades curriculares (excepto Metodologias de Investigação em Urbanismo). O aluno é convidado a experienciar o trabalho prático de análise e avaliação, proposta e programação de um determinado território. Este trabalho será avaliado no conjunto (de forma transversal), mas possibilita a que em cada unidade curricular se considerem os aspetos mais dedicados à temática própria. Tenta-se, assim, explorar várias abordagens e motivar ao recurso das capacidades de análise, avaliação e proposição num contexto territorial concreto. Este trabalho, no final, deverá permitir aferir a capacidade do aluno em cada uma das componentes (análise, proposta e programação), em cada uma das áreas temáticas e no reconhecimento da transversalidade.

    Este trabalho transversal tenta aproximar os alunos de situações reais e promove, pensamos, um entendimento mais assertivo das funções e tarefas do urbanista.

    No âmbito deste trabalho não se inclui a unidade curricular Metodologias de Investigação em Urbanismo, cuja avaliação é realizada de forma independente devidamente descrita em ponto próprio.

    Unidades Curriculares consideradas e contextualização no trabalho a desenvolver

    • Ecologia e Paisagem Urbana;

    • Mobilidade e Planeamento de Transportes;

    • Planeamento de infraestruturas e equipamentos;

    • Reabilitação Urbana;

    • Questões Aprofundadas do Urbanismo;

    • Composição e Desenho do Espaço Urbano;

    • Políticas Urbanas;

    • Instrumentos de Planeamento e Gestão Urbana;

    • Desenvolvimento Urbano em Meio Rural;

    O grau de mestre é atribuído a quem seja aprovado, em prova pública, trabalho de dissertação ou trabalho aprofundado em urbanismo original e desenvolvido pelo próprio.

    O trabalho caracteriza-se pelo desenvolvimento de um conjunto de tarefas (análise/avaliação, proposição e programação) num determinado território urbano, nas suas diferentes dimensões e de acordo com os referenciais que mais adiante se explicarão. O grande objetivo do trabalho é a aprendizagem (acesso e uso) a ferramentas para o trabalho em urbanismo, no sentido da resolução de problemas e na tentativa de dotar o território de condições para a vida qualificada das comunidades.

    Em cada uma das fases do trabalho poderão ter de ser desenvolvidas tarefas próprias a cada uma das unidades curriculares, pelo que, em cada uma, serão consideradas essas especificidades para avaliação e classificação.

    Consideram-se objetivos gerais a alcançar pelo aluno, e como tal considerados no âmbito da avaliação, a capacidade para:

    1.    Recolher informação relevante, que suporte a análise (conhecimento) do território em estudo nas suas diferentes dimensões e temáticas a abordar, utilizando ferramentas apropriadas para a recolha dessa informação, como fontes diretas e indiretas, observações, levantamentos, inquéritos, etc..

    2.    Analisar o território, na sua diversidade temática, encontrando forma de conjugação de dados alfa numéricos, espaciais e de observação, identificando a situação de partida, identificando os problemas e as mais valias e equacionando estratégias gerais para o desenvolvimento do espaço [compreensão e definição de macro estratégias];

    3.    Expor, de fora concreta e suportada, os resultados da análise, permitindo o entendimento do exposto por parte de diferentes tipos de utilizadores (técnicos, decisores, investidores, população) [capacidade de comunicação];

    4.    Resumir os resultados da análise, de forma crítica, propondo um conjunto de caminhos que, identificando a situação de partida, visem o encontro de soluções (genéricas) para a melhoria das condições, capacitação do território e melhoria da qualidade de vida;

    5.    Compreender a integração (e comparação) com os territórios próximos, as políticas públicas e as realidades verificadas, sem esquecer a inovação e o desenvolvimento de novas estratégias;

    6.    Quer no contexto da forma, quer das funções [desenho urbano | programa de ação] propor soluções que possam suportar as estratégias apontadas, demonstrando a possibilidade de sucesso.

    7.    Realizar programas de ação, incluindo o faseamento temporal [programação];

    8.    Equacionar custos e aproximar as soluções apontadas [em 6] à realidade do território em estudo (física, social, administrativa e económica), considerando, sempre que aplicável, os diferentes retornos do investimento realizado (sociais, culturais, económicos, etc.);

    9.    Propor metodologias de monitorização da evolução das condições e os necessários mecanismos de gestão eficazes;

    10.   Remeter para especialidades tudo o que sejam assuntos próprios a outras profissões/perfis de formação, deixando apenas as linhas orientadoras para que os projetos se integrem na estratégia global definida.

    No geral, analisar o território, compreendendo-o, definir objetivos e estratégias globais, afinar alguns processos e programas que respondam a esses objetivos apresentando soluções transversais e tendentes ao desenvolvimento.

    Trabalho transversal - Referências

    O trabalho inclui um conjunto de tarefas, por ordem geral de organização, que podem ser entendidos como capítulos a incluir no trabalho.

    A realização das tarefas deve equacionar cada uma das temáticas próprias das unidades curriculares (incluir as temáticas gerais mais relevantes de cada uma das unidades curriculares).

    O objetivo é a apresentação de uma solução adequada a um determinado território. O trabalho implica observar e recolher informações relativas ao estado do território, incluindo o processo evolutivo, analisar os dados e produzir informação que dê apoio à definição de soluções em ordem ao desenvolvimento desse território. Importa ainda a capacidade de comunicação dos aspetos focados.

    As tarefas a equacionar são:

    Tarefa 1 (T1) – Observação;

    Tarefa 2 (T2) – Recolha de informação e análise;

    Tarefa 3 (T3) – Estratégia;

    Tarefa 4 (T4) – Proposta;

    Tarefa 5 (T5) – Conclusão.

    T1. Observação

    Nesta tarefa pretende-se uma análise ao espaço baseada em exclusivo (ou principalmente) na sensação e perceção do espaço. Sem recurso a fontes, será a partir da visita e observação que o aluno deve elaborar um texto descritivo, identificando à partida as debilidades e potencialidades observadas.

    Não está excluída a possibilidade de aceder a dados e fontes de informação, mas o pretendido é uma análise própria do aluno, a sua opinião sobre o território em estudo.

     

    Características gerais da T1

    É um trabalho individual, descritivo e que deve possuir um cunho de análise própria – observação. Pode incluir exemplos, imagens, esquemas, em formato de discurso.

    A referência às fontes utilizadas é obrigatória!

    Texto que, no máximo, deve ocupar 4 páginas (6 páginas se com imagens).

    Formato do texto:

    Tipo de letra:

     Arial, tamanho 11 ou;

    Times New Roman, tamanho 12.

    Espaçamento 1,5 entre linhas.

     

    ENTREGA: (em conjunto com a Entrega A) cf. quadro de calendarização de entregas/cronograma no Manual do Mestrado

    T2. Recolha de informação e análise

    Esta tarefa pode ser efetuada em grupo ou de forma individual. A escolha será efetuada em coordenação com os docentes.

    Inclui um texto introdutório com a descrição das temáticas abordadas, considerando o contexto do território em análise, incluindo um quadro com as fontes utilizadas (próprias ou de terceiros), como inquéritos, dados alfanuméricos, etc.

    Qualquer aplicação de recursos próprios de recolha de informação (inquéritos, levantamentos, observação, etc.) deverá ser efetuada uma descrição da forma como foi efetuado o trabalho de recolha, que modelos foram montados e utilizados e como essa informação recolhida (se aplicável) pode ser comparada com outra existente. Inclui-se para cada uma ficha tipo com os pressupostos a alcançar.

    Sempre que forem utilizadas ferramentas de recolha de dados próprias, os dados recolhidos devem permitir a comparação, pelo que os fatores em uso (por exemplo Bom e Mau) devem ser descritos e, sempre que possível, utilizados os termos e conceitos existentes (por exemplo do INE).

    Apresenta um estrutura subdividida em:

    T2.1 Introdução – inclui descrição das temáticas e fontes utilizadas;

    T2.2 Preparação de dados para análise

    T2.3 Análise – por tema abordado a apresentação dos dados e uma breve análise aos mesmos.

    T2.4 Síntese analítica (Relatório global de análise) – relatório que relaciona as temáticas abordadas sendo um resumo da análise.

    Características gerais da T2

    Texto descritivo e que apresenta os dados de forma objetiva, organizados por tema, e com uma síntese final que poderá ser conjugada. Inclui imagens, quadros, gráficos, mapas, etc,. O formato do texto é mais descritivo e conclusivo.

    A referência às fontes utilizadas é obrigatória!

    Formato do texto:

    Tipo de letra:

     Arial, tamanho 11 ou;

    Times New Roman, tamanho 12.

    Espaçamento 1,5 entre linhas.

     

    ENTREGA: Entrega A – cf. quadro de calendarização de entregas/cronograma no Manual do Mestrado

    T3. Estratégia

    Partindo da síntese analítica (T2.4) é uma parte conclusiva da análise com o destaque dos principais elementos verificados e que importam para a caracterização do espaço e para a definição de objetivos para o território. Inclui uma análise das potencialidades e das debilidades. Definição de objetivos e, de forma global, descrever como se podem alcançar (estratégia), para depois, na fase de proposta, se poder enquadrar esta num destes objetivos/estratégias definidas. É, de facto, a realização de uma quadro síntese, que traça os objetivos globais (onde e como se quer estar) e as estratégias que permitem chegar lá, de forma global.

    T3.1 Síntese analítica – Com base na análise consiste na elaboração de um resumo descritivo dos problemas e potencialidades identificadas, de forma global e integrada.

    T3.2 Identificação e seleção de temáticas a abordar – Porque pode existir uma multiplicidade de fatores em análise, interessa definir em concreto um conjunto (reduzido) de aspetos que a proposta deve abordar. Só para estes aspetos é necessário definir objetivos e estratégias, em quadro síntese, e relacionar com as temáticas das unidades curriculares (pe., Natureza, Infraestruturas e Mobilidade, Desenho Urbano, Políticas urbanas, etc).

    Exemplo

    Tabela Síntese analítica

    Problema

    Tema suporte

    Objetivo

    Identificação do problema

    Qual a área (Ambiente, Infraestruturas... vários)

    Qual o objetivo a alcançar

     

    Tabela Síntese estratégica

    Problema

    Objetivo

    Ações

    Tempo

    Relação com tabela analítica

    Que objetivo está definido

    Qua ações a tomar para o cumprimento dos objetivos

    Definição do início e fim da tarefa (face ao projeto... x meses)

     

    Características gerais da T3

    Texto descritivo, apresenta (define) os objetivos para o desenvolvimento do território em estudo. Em formato de tabela, e de forma objetiva, efetua uma leitura FADO (Forças, Ameaças, Debilidades e Oportunidades), organizados por tema, indicando a proposta estratégica a seguir. Decorre da análise (T2) e define a estratégia a seguir.

    A referência às fontes utilizadas é obrigatória!

    Formato do texto:

    Tipo de letra:

     Arial, tamanho 11 ou;

    Times New Roman, tamanho 12.

    Espaçamento 1,5 entre linhas.

     

    ENTREGA: Entrega B – cf. quadro de calendarização de entregas/cronograma no Manual do Mestrado

    T4 – Proposta

    Com base nas tarefas anteriores pretende-se o desenvolvimento de propostas para o território. As propostas podem ser ao nível do desenho do espaço público ou programação de atividades e propostas de melhoria mais abrangente e teórica (políticas, mecanismos). Devem ser descritas de forma evidente incluindo a programação temporal, a estimativa de custos/benefícios. Se ao nível do desenho urbano deve incluir as peças escritas e desenhadas que permitam a interpretação e a definição de regras para a implementação.

    Características gerais da T4

    Peças escritas e desenhadas (gráficas) que descrevem as propostas efetuadas para o local em estudo. Os meios comunicacionais devem ser eficientes. Inclui cronograma de atividades a desenvolver, estimativa de custos e benefícios, medidas a tomar para possibilitar a implementação do proposto.

    Nota: Depende da ações a desenvolver e a tipologia do projeto escolhido (mais estratégico ou de desenvolvimento) o formato mais adequado para a apresentação de resultados (ora mais textual, ora mais gráfica).

    A referência às fontes utilizadas é obrigatória!

    Formato do texto:

    Tipo de letra:

     Arial, tamanho 11 ou;

    Times New Roman, tamanho 12.

    Espaçamento 1,5 entre linhas.

     

    ENTREGA: Entrega C – cf. quadro de calendarização de entregas/cronograma no Manual do Mestrado

    T5 – Conclusão

    Trata-se de uma leitura crítica do trabalho por parte do aluno. Uma memória descritiva do que foi feito.

    Características gerais da T5

    É um trabalho individual, descritivo e que deve possuir um cunho de análise própria

    Texto que, no máximo, deve ocupar 6 páginas.

    Formato do texto:

    Tipo de letra:

     Arial, tamanho 11 ou;

    Times New Roman, tamanho 12.

    Espaçamento 1,5 entre linhas.

     

    ENTREGA: Entrega C cf. quadro de calendarização de entregas/cronograma no Manual do Mestrado

    1. Ponderações para a avaliação dos trabalhos

    Tarefa

    Na tarefa

    Na classificação final

    T.1

    --

    5%

    T.2

     

    --

    40%

    T.2.1

    30%

    T.2.2

    20%

    T.2.3

    20%

    T.2.4

    30%

    T.3

     

    --

    25%

    T.3.1

    20%

    T.3.2

    20%

    T.3.2.1

    (Síntese Analítica)

    20%

    T.3.2.2

    (Síntese estratégica )

    40%

    T.4

    --

    25%

    T.5

    --

    5%

     

    100%

    Cálculo e ponderações nas UC

    A classificação específica da unidade curricular é entendida pela temática abordada, podendo existir temas que são utilizados em mais do que uma UC.

    A classificação final da UC é encontrada da ponderação entre a avaliação própria, no âmbito do trabalho, aos assuntos abordados para a temática da uc em avaliação (conseguindo-se uma classificação própria da UC) que é ponderada para 0,8 (80%) análise e estratégia e 0,2 (20%) para a proposta, que se pondera com a classificação global do trabalho na fórmula (CFuc+CFttT)/2, isto é, a classificação da uc pondera com a classificação do trabalho.

    A apresentação do trabalho pondera na classificação final.

    Os temas a abordar são os que forem considerados pelos alunos, tendo em consideração também as temáticas das UC.

    A escolha da área será efetuada pelos estudantes e coordenação do curso.

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