Da paixão pela música à rádio a pilhas no apagão, Jorge Bruno Ventura partilha histórias de uma vida inteira dedicada ao poder da rádio
Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS)
Começou como uma brincadeira de criança, mas a rádio rapidamente se transformou numa paixão de vida.
Jorge Bruno Ventura descobriu o gosto pelos microfones aos 15 anos, quando teve a ousadia de propor a uma rádio local um programa dedicado a bandas portuguesas sem discos editados. Chamava-se Portugália e foi o início de uma carreira com mais de 30 anos.
Nesta conversa descontraída e cheia de memórias improváveis, partilha como passou dos tempos em que fazia rádio às escondidas dos pais, até aos relatos de futebol, à apresentação das Sete Maravilhas do Mundo ou até ao relato de um campeonato de matraquilhos.
Entre os vários temas abordados, Jorge Bruno reflete sobre o que mudou no mundo da rádio e lembra como o recente apagão nacional revelou a força silenciosa deste meio. Enquanto tudo falhou, o rádio a pilhas voltou a ser o elo com o mundo.
Hoje, continua apaixonado pela rádio, mesmo num tempo em que os podcasts e o streaming dominam o som. Para ele, a essência mantém-se: ser companhia para quem ouve. E é por isso que, tantos anos depois, continua a fazer rádio.Produção
Filipa Cavém
Imagem e Entrevista
Filipa Cavém e Cristo Chikale
Edição
Cristo Chikale
Texto
Filipa Cavém





